sábado, 25 de janeiro de 2014

Dias e horários de Missas.


Caros leitores,

O Rev. Pe. Ernesto Cardozo  estará em Ipatinga nos próximos dias.
Segue a agenda com dias e horários de Missa. 

26/01 às 19:30
27/01 às 19:30
28/01 às 19:30
29/01 às 19:30
30/01 às 19:30
31/01 às 19:30
01/02 às 19:30
02/02 às 10:00 ( Nossa Senhora das Candeias- Benção das velas) 


Conta um missionário que, quando chegava a alguma ilha da Oceania, para anunciar a sua presença levantava um mastro bem grande. Os negros acudiam de tôda a parte e vinham até de muito longe. Um domingo, pela manhã, viu chegar uma turma de negros que vinham nadando de outra ilha, para terem o consolo de ouvir a Santa Missa.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

¡¡¡ LOS DOMINICOS DE AVRILLÉ Y VARIOS SACERDOTES SE PASAN A LA RESISTENCIA !!!

TODOS LOS PADRES DOMINICOS DE AVRILLÉ (11 SACERDOTES) SE PASAN A LA RESISTENCIA.

DOS PRIORES DAN TAMBIÉN ESTE PASO TRASCENDENTAL JUNTO A OTROS SACERDOTES DE LA FSSPX. 

ADEMÁS FIRMAN LA CARTA OTROS PADRES TRADICIONALISTAS Y MIEMBROS DE LA FSSPX QUE ACTUALMENTE ESTÁN EN PROCESO DE EXPULSIÓN O FUERON EXPULSADOS.

¡DEO GRATIAS!

ESTA ES LA CARTA DE LOS SACERDOTES QUE HAN RESUELTO MILITAR EN LA RESISTENCIA A FIN DE CONSERVAR LA HERENCIA DE MONS. LEFEBVRE, DEFENDER LA FE Y COMBATIR CONTRA EL LIBERALISMO DE MONS. FELLAY:



A LOS FIELES


*

Fieles a la herencia de Monseñor Marcel Lefebvre, y en particular a su memorable "Declaración" del 21 de noviembre de 1974, nos adherimos con todo nuestro corazón, con toda nuestra alma, a la Roma Católica, guardiana de la fe católica y de las tradiciones necesarias para mantener esta fe, a la Roma eterna, maestra de sabiduría y de verdad.

Según el ejemplo de este gran prelado, intrépido defensor de la Iglesia y de la Sede apostólica, nosotros nos rehusamos y siempre hemos rehusado seguir a la Roma neo-modernista y neo-protestante que se manifestó claramente en el concilio Vaticano II, y después del concilio, en todas las reformas y orientaciones salidas de él.

Desde el año 2000 y sobre todo a partir del 2012, las autoridades de la Fraternidad Sacerdotal San Pio X caminan en el sentido inverso, al acercarse a la Roma modernista.

La declaración doctrinal del 15 de abril de 2012, seguida por la expulsión de un obispo y de numerosos sacerdotes, confirmada por la condenación del libro “Monseñor Lefebvre: Nuestras relaciones con Roma”; todo esto demuestra la pertinacia en este camino que conduce a la muerte.

Ninguna autoridad, ni siquiera la más elevada en la jerarquía, nos puede obligar a abandonar o a disminuir nuestra fe católica claramente expresada y profesada por el magisterio de la Iglesia desde hace veinte siglos.

Bajo la protección de Nuestra Señora guardiana de la fe, nosotros queremos continuar la operación supervivencia comenzada por Monseñor Lefebvre.

En consecuencia, en las circunstancias trágicas donde nos encontramos, ponemos nuestro sacerdocio a disposición de todos aquellos que quieren permanecer fieles al combate de la fe. Es por eso que, desde ahora, nos comprometemos a responder a las peticiones que se nos hagan para apoyar a sus familias en sus tareas educativas, ofrecer la formación sacerdotal a los jóvenes que lo deseen, y asegurar la misa, los sacramentos y la formación doctrinal donde haga falta.

En cuanto a ustedes, nosotros los exhortamos a ser apóstoles celosos por el reinado de Cristo Rey y de María Reina.

¡Viva Cristo Rey!

¡Nuestra Señora, guardiana de la fe, protegednos!

¡San Pio X, rogad por nosotros!


A siete de enero de dos mil catorce.

Signatarios:

Padre de Mérode (prior, Francia)
Padre Koller (prior, Francia)
Padre Vignalou (Francia)
Padre Hubert de Sainte-Marie d’Agneau (Francia)
Padre Nicolas Pinaud (Francia)
Padre Olivier Rioult (Francia)
Padre Matthieu Salenave (Francia)
Padre Pierre-Marie OP  y los otros 10 sacerdotes de Avrillé (Francia)
Padre Bruno OSB (Francia)
Padre Avril,  fundador de la obra de Notre-Dame de Salérans (Francia) 
Padre Raffali  (Francia)
Padre Picot (Kenia)
Padre Jean-Michel Faure (América del Sur)
Padre Chazal (Asia)
Padre Florian Abrahamowicz (Italia)
Padre Brühwiller (Suiza)
Padre Fuchs Martin (Autria)
Padre Girouard (Canadá)
Padre David Hewko (USA)
Padre Pierre-Célestin N’dong (Gabón)
Padre Ernesto Cardozo (Brasil)
Padre Arturo Vargas ( Mexico)
Padre Fernando Altamira (Colombia)
Padre Hugo Ruiz (México)
Padre Juan Carlos Ortiz (Australia).
Padre Frank Sauer (Allemania)
Padre Eduardo Suelo (Asia)
Padre Richard Voigt (USA)
Padre Arnold Trauner (Austria)
Padre Trincado (México)
Padre Valan Rajkunan (Asia)
Padre Rafael Arízaga OSB (México)
Padre Tomás de Aquino OSB (Brasil)
Padre Jahir Brito FMBV (Brasil)
Padre Joaquim Daniel María de Sant’Ana, FMBV (Brasil)

Estamos igualmente a la disposición de nuestros cofrades sacerdotes: no duden en contactarse con cualquiera de nosotros.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Palavras de Mons. Lefebvre.




Enquanto as ruínas produzidas pela corrupção das mentes e dos corações se acumulam ao nosso redor, histórias sobre a vitalidade da Igreja eterna ganham um valor inestimável. Se restaurarmos os altares destruídos, se oferecermos novamente o verdadeiro Sacrifício da Missa, haverá toda a esperança de sucesso. No entanto, enquanto se mantiver uma comunhão ecumênica, democrática e liberal, a autodestruição continuará, apesar de todos os encontros espetaculares, admoestações e discursos dignos e respeitosos.

Nisi Dominus ædificaverit Domum, in vanum laboraverunt qui ædificant eam. Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam.” [Salmos 126:1] Por isso, o altar do sacrifício propiciatório, o legado do Novo e Eterno Testamento, o corpo e o sangue de Jesus são a pedra angular da Igreja, da qual brota a água da vida eterna.

Guardar a fé em Deus, Jesus e Maria, que irão prevalecer sobre as autoridades da Igreja para restaurarem os altares, e, enquanto esse dia não chegar, rezar e multiplicar os altares e os sacerdotes para realizar a celebração da Santa Missa durante a qual é oferecida a Santa Vítima, uma fornalha ardente de caridade, para a redenção de nossos pecados.

Essa é a finalidade da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

+ Marcel LEFEBVRE
(Outubro de 1979)


Retirado e traduzido de Dici.org


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A maledicência

Obs.: É lícito expor fato da vida alheia PARA O BEM DAS ALMAS. Ou seja, se vemos alguém que sabemos ser desonesto tentar enganar alguém que não sabe disso, é lícito avisá-lo para que não caia em pecado.

* * *



A inquietação, o desprezo do próximo e o orgulho são inseparáveis do juízo temerário e, entre os muitos efeitos perniciosos que deles se originam, ocupa o primeiro lugar a maledicência, que é a peste das conversas e palestras. Oh! Quisera ter uma daquelas brasas do altar sagrado para purificar os homens de suas iniquidades à imitação do serafim que purificou o profeta Isaías das suas, para que assim pudesse torná-lo digno de pregar a Palavra de Deus.

Certamente, se fosse possível tirar a maledicência do mundo , exterminar-se-ia a maior parte dos pecados.


Quem tira injustamente a boa fama ao seu próximo, além do pecado que comete, está obrigado à restituição inteira e proporcionada à natureza, qualidade e circunstâncias da detração ou fofoca, porque ninguém pode entrar no Céu com os bens alheios e, entre os bens exteriores, a fama e a honra são os mais preciosos e os mais caros. Três vidas diferentes temos nós: a vida espiritual, que a graça divina nos confere; a vida corporal, de que a alma é o princípio; e a vida social, que repousa os seus fundamentos na boa reputação. O pecado nos faz perder a primeira, a morte nos tira a segunda e a maledicência nos leva a terceira.

A maledicência é uma espécie de assassinato e o maldizente torna-se réu de um tríplice homicídio espiritual: o primeiro e o segundo diz respeito a sua alma e à alma da pessoa com quem se fala; e o terceiro com respeito à pessoa de quem se deturpa o bom nome. São Bernardo diz, por isso, que os que cometem a maledicência e os que a escutam tem o demônio no corpo; aqueles na língua e estes no ouvido, e Davi, falando dos maldizentes, diz: Aguçaram a sua língua como a das serpentes, querendo significar que, à semelhança da língua da serpente, que, como observa Aristóteles, tem duas pontas, sendo fendida no meio, também a língua do maldizente fere e envenena o coração daquele com quem está falando e a reputação daquele sobre quem se conversa.

Peço-te encarecidamente que nunca fales mal de ninguém, nem direta nem indiretamente. Guarda-te conscientemente de imputar falsos crimes ao próximo, de descobrir os ocultos, de aumentar os conhecidos, de interpretar mal as boas obras, de negar o bem que sabes que alguém possui na verdade ou de atenuá-lo por tuas palavras; tudo isso ofende muito a Deus, de modo particular o que encerra alguma mentira, contendo então sempre dois pecados: o de mentir e o de prejudicar o próximo.

Aqueles que para maldizer começam elogiando o próximo são ainda mais maliciosos e perigosos. Confirmo, dizem eles, que estimo muito a fulano, que, aliás, é um homem de bem, mas para dizer a verdade na teve razão em fazer isso e aquilo. Aquela moça é muito boa e virtuosa, mas deixou-se enganar. Não está vendo a astúcia? Quem quer disparar um arco puxa-o primeiro para si o quanto pode, mas é só para arremessá-lo com mais força, assim parece que o maldizente primeiro retira uma fofoca que já tinha na língua, mas faz isso somente para que lançando-a depois como uma flecha, com maior malícia, penetre mais profundamente nos corações. [...]

Excerto da obra “Filotéia” de São Francisco de Sales, parte III, cap. XXIX, publicado no boletim paroquial “Voz da Rainha” – Pe. Renato Leite.

“Quem vigia sua boca e sua língua, preserva sua alma de grandes apertos.” (Provérbios 21,23)

“Ponde, Senhor, uma guarda em minha boca, uma sentinela à porta de meus lábios.” (Salmo 140,3)

Fonte: Fratres In Unum: http://fratresinunum.com/2011/08/06/a-maledicencia.


Vide também: 
As más línguas - http://farfalline.blogspot.com.br/2011/08/lingua.html
Da Retratação - http://farfalline.blogspot.com.br/2011/12/do-esterco-de-asno-e-das-linguas.html

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

RESPUESTA DEFINITIVA DEL P. ALTAMIRA AL P. BOUCHACOURT, DE 06.01.14

Mais notícia sobre o caso entre no blog  Non Possumus. 


RESPUESTA DEFINITIVA DEL P. ALTAMIRA AL P. BOUCHACOURT, DE 06.01.14


Estimado P. Bouchacourt:

Luego de mi sermón del 22 de diciembre sobre la Nueva Cruzada de Rosarios, usted me pedía dos cosas “para no tomar medidas”.

Le respondí que no a ambas por los motivos allí expresados. Como consecuencia de mi negativa, usted me ha dicho que soy cambiado a Buenos Aires como ayudante del prior (Padre Rubio) y que aquí a Bogotá viene en reemplazo de mí un nuevo prior (Padre Francisco Jiménez).

La situación en que está nuestra Congregación, la Fraternidad San Pío X, lleva una buena cantidad de años (algunos la vieron desde el principio). Se agravó enormemente en los últimos dos años y medio, y se hizo más evidente y explícita para muchos de nosotros los sacerdotes.

Este estado de cosas está causado por las ideas, palabras y errores de nuestro Superior General, Monseñor Bernard Fellay. Igualmente por las acciones que realiza en su gobierno. Mons. Fellay ha hecho casi desaparecer en él el lenguaje de La Verdad, haciendo reinar –en el menor de los casos- EL IMPERIO DE LA AMBIGÜEDAD, y en otros casos peores manifestando errores contra la Doctrina Católica (ver sobre todo la Declaración Doctrinal que él presentó a Roma en abril del 2012). Y mejor ni hablemos de su expresión sobre la misa moderna: Si Monseñor Lefebvre la hubiera visto bien celebrada, no hubiera dado el paso que dio (caso Cardenal Cañizares); ¡y tomando el nombre del fundador para decir eso!

Existe en todo esto de Mons. Fellay, además, un punto clave: El Concilio Vaticano II.

Él está haciendo todo un movimiento para que terminemos aceptando y reconociendo como “Magisterio Católico” al mencionado Concilio Vaticano II. Sus palabras: lo aceptamos con reservas, no nos piden la aceptación total sino parcial, estamos a favor del 95 % del Concilio, hay bueno y malo en él.

Creo que éste es uno de los puntos más importantes de todos en su agenda, pues sabemos que la Roma Modernista jamás aceptará que no reconozcamos como “Magisterio” dicho Concilio. ¿Puede ser “magisterio” algo que tiene bueno y malo, verdad y error? Mons. Fellay ha tenido “buenos” teólogos que le escriban artículos en pos de esto y que manifiesten que Vaticano II “representa el Magisterio de la Iglesia”. Así estamos.

Pero dicho Concilio es tan sólo “un conciliábulo más” dentro de todos los que ha habido en la historia de la Iglesia. VATICANO II NO ES MAGISTERIO DE LA IGLESIA CATÓLICA, y como enseña el Padre Calderón y otros “se debe declarar solemnemente (por nosotros) su total nulidad”.

Además, esa especie de fijación que tiene Mons. Fellay en pensar como si nosotros no estuviéramos dentro de la Iglesia Católica. Leamos estas palabras de él (creo que muchas más se podrían mostrar): “Les Nouvelles caléedoniennes”: «el Papa vuelve a las ideas tradicionales (nota del PA: habla de Benedicto XVI, lo cual es falsísimo, él es muy modernista “hasta en su corazón”)… Tal vez estamos mucho más cerca del Papa de lo que parece. (…) Además (…) Basta un acto de Roma para decir que ha terminado y que nosotros REINGRESAMOS en la Iglesia. Esto llegará. Soy muy optimista” (27 de diciembre 2010). Son los otros los que se han ido: La falsa “Iglesia Conciliar”. Nosotros tenemos las cuatro notas (leer a Mons. Lefebvre en mi sermón del 22 de diciembre). Esta crisis de la Iglesia se arreglará –creo- sólo por Dios, y mientras tanto nosotros tenemos que seguir haciendo lo que siempre hemos hecho (¿o hacíamos?).

No me quiero alargar, tal vez escriba una carta abierta a Monseñor Fellay.

Sin duda que mis decisiones no están tomadas “por” la última cruzada lanzada, sino más bien “con ocasión” de ella. Esta cruzada no es un hecho aislado, y en mi caso fue “la gota final”, luego de un estado que ha durado ya estos años. HAY QUE SABER DECIR BASTA, creo que muchos de nosotros los sacerdotes debemos ya decir basta, y creo que nuestra paciencia ha sido EXCESIVA. Por otro lado, sabemos ambos que usted hace ya más de un año, en Bucaramanga, luego de que yo le explicara mi oposición a lo que se hacía, me dijo “pero si usted está tan en contra de lo que hace Monseñor Fellay tiene que irse”, y yo le respondí entonces: “Padre, sí estoy muy en contra de lo que está haciendo Monseñor Fellay, tengo la impresión de que la Congregación va a terminar mal, pero yo ahora estoy viendo qué cosas ocurren y ocurrirán en estos meses, y veré entonces qué hago”. Demasiado que haya durado un año más.

En conclusión, no haré entonces como usted me dice (irme a Buenos Aires, etc). Me quedo en mi puesto de prior y en mi casa el Priorato de Bogotá a la espera de las dos admoniciones canónicas y el proceso de una muy probable expulsión (¿inválida?).

En el proceso que se inicie, casi seguramente se argumentará que es porque no voy a Buenos Aires:

Dejo desde ya sentado que el motivo no es ése, EL MOTIVO ES DOCTRINAL, EL MOTIVO ES LA DOCTRINA: Los errores, dichos, palabras y AMBIGüEDADES de Mons. Fellay, el cual probablemente termine destruyendo nuestra Congregación INCLUSO SIN NECESIDAD DE HACER UN ACUERDO con la falsa “Iglesia Conciliar”.

Le saludo atentamente. 

En María Santísima. Padre F. Altamira (lunes 6 enero: Fiesta de los Reyes Magos).

A procissão das crianças


Da Missão dos Sagrados Corações de João Monlevade (MG) vem o exemplo para o Brasil católico. Quando se educa a infância, os frutos a colher só podem ser preciosos.

Vejam algumas fotos de duas pequenas procissões com as crianças, em desagravo ao Sagrado Coração de Jesus (1ª Sexta ) e ao Imaculado Coração de Maria (1º sábado), em 3 e 4 de Janeiro 2014. Que isso anime os pais de toda a Resistência.




























Resolvemos publicar também as imagens não muito nítidas ou que parecem repetidas, por tanto que se assemelham, porque essas crianças são realmente graciosas e vale a pena admirar. 

Que Deus abençoe este pequenos exército da Fé, e seus pais zelosos também. 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Dia de Reis e da Epifania do Senhor.


Dia de Reis e da Epifania do Senhor



O "Dia de Reis" é uma das festas tradicionais mais singelas celebrada em todo o mundo católico. Neste dia se comemora a visita de um grupo de reis magos (Mt 2 1 -12), vindos do Oriente, para adorar a "Epifania do Senhor". Ou seja, o nascimento de Jesus, o Filho por Deus enviado, para a salvação da humanidade.

O termo "mago" vem do antigo idioma persa e serviu para indicar o país de suas origens: a Pérsia. Eram reis, porque é um dos sinônimos daquela palavra, também usada para nomear os sábios discípulos de uma seita que cultuava um só Deus. Portanto, não eram astrólogos nem bruxos, ao contrário, eram inimigos destas enganosas artes mágicas e misteriosas.

Esses soberanos corretos, esperavam pelo Salvador, expectativa já presente mesmo entre os pagãos. Deus os recompensou pela retidão com a maravilhosa estrela, reconhecida pela sabedoria de suas mentes como o sinal a ser seguido, para orientação dos seus passos até onde se achava o Menino Deus.

Foram eles que mostraram ao mundo o cumprimento da profecia de séculos, chegando no palácio do rei Herodes, de surpresa e perguntando "pelo Messias, o recém-nascido rei dos judeus". Nesta época aquele tirano reprimia a população pelo medo, com ira sanguinária. Mas os magos não o temeram, prosseguiram sua busca e encontraram o Menino Deus.

A Bíblia diz que os magos chegaram à casa e viram o Menino com sua Mãe. Isto porque José já tinha providenciado uma moradia muito pobre, mas mais apropriada do que a gruta de Belém onde Jesus nascera. Ali, os reis magos, depois de adorar o Messias, entregaram os presentes: ouro, incenso e mirra. O ouro, significa a realeza de Jesus; o incenso, sua essência divina e a mirra, sua essência humana. Prestada a homenagem, voltaram para suas nações, evitando novo contato com Herodes, como lhes indicou o anjo do Senhor.

A tradição dos primeiros séculos, seguindo a verdade da fé, evidenciou que eram três os reis magos: Melquior, Gaspar e Baltazar. Até o ano 474 seus restos estiveram sepultados em Constantinopla, a capital cristã mais importante do Oriente, depois foram trasladados para a catedral de Milão, na Itália. Em 1164 foram transferidas para a cidade de Colônia, na Alemanha, onde foi erguida a belíssima Catedral dos Reis Magos, que os guarda até hoje.

No século XII, com muita inspiração, São Beda, venerável doutor da Igreja, guiado por uma inspiração, descreveu o rosto dos três reis magos, assim: "O primeiro, diz, foi Melquior, velho, circunspecto, de barba e cabelos longos e grisalhos... O segundo tinha por nome Gaspar e era jovem, imberbe e louro... O terceiro, preto e totalmente barbado chamava-se Baltazar (cfr. "A Palavra de Cristo", IX, p. 195)".

Deus revelou seu Filho ao mundo e ordenou que o acatassem e seguissem. Os reis magos fizeram isto com toda humildade, gesto que simboliza o reconhecimento do mundo pagão desta Verdade. Isso é o mais importante a ser festejado nesta data. A revelação, isto é, a Epifania, que confirma a divindade do Santo Filho de Deus feito homem, que no futuro sacrificaria a própria vida em nome da salvação de todos nós.


Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro!

Fonte: PALES

sábado, 4 de janeiro de 2014

ENTREVISTA AO REV. PADRE ERNESTO CARDOZO

Publicamos a entrevista que o rev. Pe. Cardozo concedeu a um fiel, em Campo Grande.

ENTREVISTA AO REV. PADRE ERNESTO CARDOZO


Rev. Pe. Cardozo, de onde o senhor está vindo? Onde passou as festividades de Natal e Ano Novo? 

Passei pela Missão de Cristo Rei, em Ipatinga, onde foi preparado um bonito coro (coral). E aproveito para agradecer aos benfeitores que têm ajudado e continuam ajudando no embelezamento da capela e também aos que sustentam a casa doPré-Seminário.
Missa do Galo - Missão Cristo Rei, Ipatinga/MG

O Pe. Cardozo com dois dos pré-seminaristas: Daniel Maria e Giovanni Poli
que estão fazendo seus estudo de filosofia, latim, e que dão vida à capela com seu apostolado.


Na tarde de Natal passei pela Missão dos Sagrados Corações, de João Monlevade e nos dois dias seguintes tivemos a oportunidade de dar uma Missa em Contagem onde provavelmente se estabelecerá uma nova Missão. Chama a atenção que todos os que se aproximam da Tradição são fiéis ao Santo Terço. E bonito ver como Nossa Senhora premia essa fidelidade ao Santo Terço mostrando a Verdade a quem a busca.

Depois de Contagem, fui dar Missa na Missão Nossa Senhora Aparecida, de São Gonçalo de Pará, em uma grande capela ainda em construção que está sendo erguida meritoriamente pela Irmã Sophie Joseph, uma freira francesa que mora lá como eremita e que a seu tempo esteve no Carmelo onde a irmã de Mons. Lefebvre foi a priora. Esta freira, que está há 12 anos no Brasil, conseguiu levantar a capela a força de orações e pedidos, e tem o mérito de tê-lo feito no campo, em uma área rural junto à rodovia, e apesar da dificuldade com o idioma e de audição. E pensar que há sacerdotes em plenos 25 anos de vida que ainda não assentaram sequer um ladrilho. Nesta capela tive a graça de dar uma Primeira Comunhão e, no dia seguinte, tivemos a visita de dois diretores de coro de Divinópolis que enobreceram com seu canto a Santa Missa.
Missão Nossa Senhora de Aparecida, de São Gonçalo do Pará


Primeira Comunhão da jovem Bárbara


A próxima Missão visitada foi a do Santo Presépio, em São Sebastiao do Paraíso, que é particularmente bela em suas imagens. À noite, tivemos a oportunidade de conhecer uma antiga tradição desses dias, que são as famosas Congadas, festas que remontam há alguns séculos, nas quais os fiéis dançam em homenagem aos Santos patronos da cidade, com ritmos africanos e com vestes coloridas.
O Divino Menino - Missão do Santo Presépio, de São Sebastião do Paraíso


Sr. Cesar Neto com fiéis


A Missão seguinte foi a de Santa Gema Galgano, em Guaranésia, que foi particularmente numerosa com jovens vindos da região de Alfenas Muzambinho.

Em seguida, fui à Missão de São José, em Pouso Alegre, onde passamos o ano novo. E no dia seguinte visitamos os fiéis daMissão Cristo Rei, de São Paulo. E lá gostei de ouvir o testemunho de um dos fiéis que, ao se encontrar com um antigo conhecido, um fiel da Neo-FSSPX de SP, o qual se vangloriava de lá terem a Missa e os sacramentos diariamente, ele refutou com amabilidade respondendo que, sim, eles têm essas coisas, mas não têm a Fé.


Que novidades tem sobre a Neo-FSSPX?

Fomos informados de que os três bispos da Neo-FSSPX virão visitar o Brasil durante o ano. É interessante que os três vêm visitar um País que tem uma forte Resistência, que, graças a Deus, continua crescendo. É sinal de que estão preocupados. Soubemos que muitos antigos fiéis desejam ansiosamente estar com eles para que publicamente lhes esclareçam seus ditos e feitos que contradizem todo o legado da Tradição e, em particular, a herança recebida de nosso Fundador.


O que eles poderiam perguntar sobre essas contradições?

Fellay, eles podem perguntar por quê está reconhecendo a Igreja oficial como sendo a Igreja Católica, quando Mons. Lefebvre dizia que a Igreja oficial é a Igreja bastarda, apóstata?

de Galarreta, que agora defende a democracia, por quê não manifestou esse espirito democrático e liberal ao Bispo que o consagrou?

Respeito a Mons. Tissier seria interessante recordar-lhe que quando Mons. Lefebvre, quando era superior geral daCongregação do Espírito Santo, ao ver que ela, em sua grande maioria, estava contaminada de Modernismo, não duvidou em abandoná-la, pelo bem de sua própria alma e das almas. E vemos, por outro lado, a esse bispo reconhecer os erros doutrinários do superior geral, mas sacrificar a Fé à sobrevivência da Congregação, mostrando assim um alto grau de covardia.

Nenhum desses três maus exemplos teria sido tolerado por Mons. Lefebvre! Pelo contrario, se o Fundador vivesse, esse três bispos convertidos em traficantes da Fé, teriam sido expulsos da Congregação por faltar, entre outros, ao Primeiro Mandamento.


As expectativas para 2014? 

Prosseguir com o Pré-Seminário; isso agora é fundamental, porque devemos deixar sacerdotes. Os fiéis aumentam a cada dia, porém muitos padres que ainda pertencem à Neo-FSSPX ainda não conseguem desligar-se dela, apesar de muitos se envergonham dos superiores que têm, da covardia de não retratar-se de seus erros, e de ter que se humilhar em defender princípios contidos no Vaticano II, como expressado por Bouchacourt na entrevista ao jornal El Clarin, eles já têm o princípio do liberalismo carcomendo-os por dentro, o qual lhes tira a efetividade no apostolado, a firmeza em sua atitude apologética, e possuem uma desconfiança interna que os corrói.

É sumamente alentador como a Divina Providencia continua nos assistindo, especialmente nos trazendo almas; cansadas do Modernismo, se unem ao nosso combate. Por outro lado, é raro o mês em que não temos um pedido de ingresso ao Pré-Seminário, e todos eles, fiéis e pré-seminaristas, de uma ou outra maneira, são fiéis ao Santo Terço, o que mostra, mais uma vez, como já disse, que Nossa Senhora guia às almas que buscam e querem a Verdade.

Aproveito para desejar a todos um Santo Ano e que o Divino Menino os fortaleça na Fé.

Obrigado, reverendo, pelos esclarecimentos, sempre úteis nesses tempos de trevas e confusão em que vivemos. Também lhe desejamos um Santo Ano e a proteção do Menino Jesus e de Sua Mãe Santíssima, particularmente para suportar as injúrias e lhe dar forças e a coragem de Mons. Lefebvre para levar adiante o legado recebido, conforme ele mesmo desenhou. Sabemos que, no começo, havia dias em que Monsenhor não sabia como alimentar seus seminaristas, mas nem por isso fraquejou ou achou melhor integrar-se à Igreja Conciliar em troca de um prato refinado e uma cama confortável. Temos a certeza que, hoje, ele também, como vós, não estaria preocupado com essas trivialidades. Como, aliás, o estão provando, pelo mundo afora, todos os resistentes – padres e leigos – que preferem sacrifícios a belos edifícios, a Verdade às negociações escusas com os apóstatas, o Santo Terço a uma cruzada que pede a Nossa Senhora que a Tradição retorne à Igreja, porque sabemos que a Tradição nunca saiu da Igreja para que deva voltar a Ela. O fato de a Casa Geral ter dito que a Tradição deve voltar à Igreja mostra claramente que eles identificam essa Igreja apostata com a Verdadeira. A Igreja nunca pode separar-se da Tradição, se eles consideram a Tradição como algo “fora da Igreja” isso já é um erro teológico gravíssimo. Como sempre nos diz, reverendo padre... Ânimo e adelante! 


Jorge Ferreira Bastos


Campo Grande/MS

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Milagres de São Domingos com o Terço

Milagres obtidos por meio do Santíssimo Rosário, transcritos por São Luís Maria Grignion de Montfort.

Certa vez, São Domingos pregava a devoção do Rosário em Carcassone. Um herege zombava do Rosário e dos milagres, o que impedia a conversão dos hereges. Deus permitiu, para castigá-lo, que 15.000 demônios se apossassem dele. Seus parentes o levaram a São Domingos, para livrá-lo dos demônios.

O Santo insistiu para que todos rezassem o Rosário em voz alta. A cada Ave Maria a Santíssima Virgem fazia sair 100 demônios do corpo desse herege, em forma de carvões acesos.

Depois que foi curado, abjurou todos os seus erros e converteu-se, juntamente com outros amigos seus, tocados com a força do Rosário.

A recompensa para aqueles que por seu exemplo atraem outros a esta devoção é enorme. O Rei Afonso, de Leão e Galícia, desejando que todos os criados louvassem a Ssma. Virgem Maria com esta devoção, usava ostensivamente o Rosário, porém ele mesmo não rezava. No entanto, todos os súditos rezavam. Caindo em grave enfermidade, e quando todos o acreditavam morto, foi transportado em espírito ao terrível tribunal de Cristo. Viu ali todos os demônios, que o acusavam de seus crimes e pecados.

 
Quando já pensava estar condenado, apareceu a Ssma. Virgem Maria em seu favor. Trouxeram então uma balança, onde de um lado foi colocado todo o peso de seus pecados.

No entanto Nossa Senhora colocou no outro lado o enorme rosário que ele carregava na cintura, e este pesava bem mais do que os pecados.

Nossa Senhora disse-lhe então: "Obtive isto de meu bom Filho. Como recompensa pelo pequeno serviço que fizeste, carregando na cintura o Rosário, a tua vida será por alguns anos prolongada. Emprega-os bem e faze penitências".

O rei, voltando a si, disse: "Oh! Bendito o Rosário, que me livrou das penas eternas". Passou o resto da vida com grande devoção ao Rosário, rezando-o todos os dias.

D. Pero, primo de São Domingos, levava uma vida muito devassa. Sabendo que muitos ouviam os sermões de seu santo primo, resolveu ouvi-lo também. Ao vê-lo, durante o sermão, S. Domingos empenhou-se para fazer ver ao primo o estado lamentável em que este se encontrava. Empedernido no pecado, não se converteu.
No dia seguinte, São Domingos vendo-o entrar novamente, para tocar seu coração endurecido resolveu fazer algo de extraordinário. E gritou em alta voz: "Senhor Jesus, fazei ver a todos desta igreja o estado em que se encontra este homem que acaba de entrar".

Os fiéis, voltando-se para D. Pero, viram-no rodeado de uma multidão de demônios em formas de animais horríveis, que o prendiam a correntes de ferro. Horrorizados, tentaram fugir, mas, impedidos por S. Domingos, permaneceram na igreja.

Ele então prosseguiu: "Conhece, desgraçado, o deplorável estado em que te encontras. Ajoelha-te aos pés da Ssma. Virgem, toma este Rosário e reza-o com arrependimento e devoção, e muda a tua vida".

Ele se pôs de joelhos, rezou o Rosário e sentiu o desejo de confessar-se. O Santo o atendeu em confissão e instou-o a rezar o Rosário todos os dias. Na saída, da cara assustadora com que antes entrara, nem resquícios havia. Pelo contrário, brilhava como a de um anjo. E assim morreu.

Em Roma havia uma fervorosa senhora cuja piedade edificava até os mais austeros monges. Certa vez foi confessar-se com S. Domingos, que lhe impôs como penitência rezar um Rosário, e depois aconselhou-a rezá-lo todos os dias de sua vida. Ela resmungou que rezava muitas outras orações, que não gostava do Rosário, e que já fazia muitas penitências.
São Domingos insistiu até que, irritada, ela saiu do confessionário. Um dia, estando em oração, ela foi arrebatada em êxtase, e sua alma foi obrigada a comparecer diante do supremo Juiz. São Miguel apresentou uma balança, onde de um lado colocou todas as suas penitências e outras orações, e de outro lado seus pecados e imperfeições.

O prato das boas obras não conseguiu contrabalançar o outro. Alarmada, recorreu a Nossa Senhora, pedindo misericórdia. A Ssma. Virgem colocou sobre a balança das boas obras um único Rosário, que ela havia rezado por penitência. Foi tão grande o peso, que venceu o dos pecados. Foi repreendida pela Ssma. Virgem, por não haver seguido o conselho do seu servidor Domingos, de rezar o Santo Rosário todos os dias.

Quando voltou a si, foi ajoelhar-se diante de S. Domingos, contou o ocorrido, pediu-lhe perdão pela sua incredulidade e prometeu rezar o Rosário todos os dias. Chegou por este meio à perfeição cristã, à glória eterna.


São Domingos, ao visitar Santa Branca de Castela, Rainha de França casada havia doze anos, mas ainda sem filhos, aconselhou-a a rezar o Rosário. Ela assim o fez, e nasceu Felipe, seu primogênito, que cedo morreu. Além de redobrar as orações, ela distribuiu rosários por todo o Reino. Deus a cumulou de graças, e no ano de 1215 veio ao mundo São Luís, glória da Cristandade e modelo dos reis católicos.