sexta-feira, 27 de junho de 2014

Cor Jesu sacratissimum, miserere nobis!


Ato de Consagração ao Sagrado Coração de Jesus

Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai os vossos olhares sobre nós, humildemente prostrados diante de vosso altar. Nós somos e queremos ser vossos; e para que possamos viver mais intimamente unidos a Vós, cada um de nós neste dia se consagra espontaneamente ao vosso Sacratíssimo Coração.

Muitos nunca Vos conheceram; muitos desprezaram os vossos mandamentos e Vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao vosso Sagrado Coração.
Senhor, sede o Rei não somente dos fiéis que nunca de Vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos que Vos abandonaram; fazei que eles tornem, quanto antes, à casa paterna, para que não pereçam de miséria e de fome.
Sede o Rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de Vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que em breve haja um só rebanho e um só pastor.
Sede o Rei de todos aqueles que estão sepultados nas trevas da idolatria e do islamismo, e não recuseis conduzi-los todos à luz e ao Reino de Deus.
Volvei, enfim, um olhar de misericórdia aos filhos do que foi outrora vosso povo escolhido; desça também sobre eles, num batismo de redenção e vida, aquele sangue que um dia sobre si invocaram.
Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que de um a outro pólo do mundo, ressoe uma só voz: Louvado seja o Coração divino, que nos trouxe a salvação! A Ele, honra e glória por todos os séculos dos séculos. Amém.
S.S. Pio XI, 11 de dezembro de 1925.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Os Santos não são mais santos e os hereges... são os neo-santos da neo-igreja do Concílio Vaticano II

Fonte: PALES

Por indicação do blog Syllabus, fazemos uma constatação. E contra fatos não há argumentos. 

Imagens tiradas do site do Vaticano e que falam por si só. Gostaria que algum modernista justificasse isto: 




clique nas imagens para ver no site do Vaticano






Fontes:  
http://rorate-caeli.blogspot.com/2014/06/poor-saint-pius-x-second-class-papal.html
http://syllabus-errorum.blogspot.com.br/2014/06/san-pio-x-santo-de-segunda-categoria.html. 
e Vaticano (clique nas imagens, se duvida!).  

Uma Verdadeira Guerra contra todos os Bispos que eram Tradicionais.

“Numa conferência que realizou em Annecy, em 1987, o Arcebispo Dom Lefebvre expusera a horrível situação na qual se encontravam, depois do Concílio, “as lideranças um pouco fortes da Tradição“, aqueles que tinham conservado a missa antiga, a batina, etc.. Ele afirma que ocorreu uma verdadeira perseguição, e que alguns bispos e padres morreram de desgosto, e nos dá até alguns exemplos disso”. (Trecho do Rocher, nº 45 de fevereiro-março de 2007)

n/d
Disse o Arcebispo Dom Marcel Lefebvre:
“Como eles (os liberais) ganharam no Concílio (Vaticano II) – é preciso dizê-lo: eles ganharam -, eles ocuparam imediatamente as posições. Como num Estado: os socialistas ganham ao governo, imediatamente eles destituem todos aqueles que não são favoráveis ao socialismo, e colocam socialistas no lugar, é óbvio. É o que fizeram no Vaticano.
Tão logo os liberais ganharam, imediatamente então todos os conservadores foram eliminados da cúria de Roma e, em todos os bispados onde havia lideranças um pouco fortes da tradição, todos esses foram eliminados; muitos apresentaram sua própria renúncia. Vendo o que acontecia na Igreja, eles ficaram de tal modo perturbados, de tal modo agoniados, que eles apresentaram sua renúncia.
UMA VERDADEIRA GUERRA CONTRA TODOS OS BISPOS QUE ERAM TRADICIONAIS
n/d
Pego um exemplo, o do arcebispo de Dublin, que eu conhecia muito bem, que era um dos meus amigos, visto que ele era ao mesmo tempo membro da Congregação dos Padres do Espírito Santo, cuja eu fora o superior geral durante 6 anos, Dom McQuaid[1]. Ele apresentou sua renúncia, (e) quinze dias depois ele morria. Esse arcebispo morreu de desgosto! Eu o conhecia bem: ele morreu de desgosto. Ele era ligado à Roma, ao Santo Padre, de toda sua alma. Recusar que ele pudesse ver o Santo Padre, sentir-se de algum modo como que expulso de Roma, ele não pôde suportar isso, sua saúde não aguentou. E quantos, quantos, quantos bispos assim!
Posso lhes citar ainda outro caso, o de Dom Morcillo[2], arcebispo de Madri. Dom Morcillo era um dos secretários do Concílio (eles não eram numerosas, eram 5 ou 6 secretários do Concílio). Todos os secretários do Concílio foram feitos cardeais depois do Concílio, salvo Dom Morcillo, arcebispo de Madri, todavia; ele também teria podido ser feito cardeal, por que não? Porque ele era conservador, porque ele era muito firme em suas ideias. Bem, ele também morreu de desgosto, por sentir que ele tinha se tornado uma persona non grata, que ele tinha se tornado alguém repugnante, que rejeitavam,que não podia ser cardeal, enquanto que todos os demais tinham sido feitos cardeais – não é que ele tivesse a vontade de ter o chapéu de cardeal, ele era um homem muito humilde -, mas ainda assim isto é inadmissível! Então respondiam sobre isso (às pessoas que faziam objeções, a espanhóis que não entendiam por que todos os secretários do Concílio tinham sido feitos cardeais e seu arcebispo de Madri não o tinha sido, por quê?), respondiam:
    “Ah, mas Madri não é uma cidade cardinalícia. O primado da Espanha é Toledo, não Madri!”
De fato, havia um cardeal em Toledo. Mas fizeram um cardeal em Lille, em meu país, onde nunca houvera cardeal. Eles podem fazer cardeais, eles não precisam de um título especial. Além do mais, a melhor prova é que quando ele morreu, o arcebispo[3] que foi nomeado depois dele foi feito imediatamente cardeal em Madri! Um falso motivo, vejam. E que cardeal lhe sucedeu! Ele era favorável ao duplo casamento na Espanha, casamento civil para aqueles que o desejassem, depois casamento religioso para aqueles que também o desejassem, para os católicos; eles podiam escolher, eis o que o cardeal de Madri, sucessor de Dom Morcillo, apresentou como projeto à assembleia dos cardeais e bispos da Espanha!
n/d
Isso só mostra que havia uma guerra contra todos aqueles que eram tradicionais. Então não devemos nos espantar de que eu ainda seja perseguido, e que eu tenha sido perseguido rapidamente depois do Concílio, isso é óbvio! Se eu ainda tivesse uma sé (episcopal) naquele momento, é óbvio que eu também teria sido rapidamente eliminado. Mas como eu era superior geral dos Padres do Espírito Santo, superior de uma congregação, era mais difícil.(…)
VI PADRES CHORAREM
A situação depois do Concílio era horrível para aqueles que eram da Tradição, que tinham conservado a Tradição. Havia uma perseguição, e ainda o há agora. Todos vocês conhecem casos de padres, não é mesmo?, nas dioceses, que são perseguidos: Por quê? Porque eles conservam a missa antiga, porque eles conservam a batina, porque eles ainda falam um pouco de latim. Eles são perseguidos até nas menores cidades. Tão logo um padre quer conservar a tradição, ele é imediatamente perseguido por seu bispo, perseguido pelo clero local, é horrível, vocês sabem! Vi padres chorarem, chorarem de dor.
    “Mas, enfim, o que temos feito? Só fazemos o que nos pediram desde que entramos no seminário, continuamos nossa missa como a aprendemos, como fomos ordenados, rezamos do mesmo modo, ainda realizamos nosso apostolado, não mudamos nada.
    Antes éramos preferivelmente louvados por nossos bispos, éramos encorajados por nossos bispos, e, de repente, agora, desde esse concílio, nos tornamos malfeitores, pessoas que é preciso perseguir, pessoas que deveriam ser eliminadas das dioceses”.
Isso é terrível, terrível.
“O SENHOR NÃO VOLTA AO SENEGAL”
Ultimamente, um dos únicos padres africanos, Padre do Espírito Santo, que dizia a missa antiga[4], que nunca disse a missa nova, disse:
    “Eu não, eu fui ordenado com a missa antiga, e conservo a missa antiga até minha morte, não há nada a se fazer, não mudo em nada”.
Ele ficou na selva, um missionário que eu conhecia bem, que estava no Senegal, que eu tinha como missionário, quando era bispo em Dakar: um excelente missionário, pobre, vivendo de modo humilde, como os africanos da selva, magnífico missionário, conhecedor da língua, que falava como um nativo. 
Ele voltou ultimamente para casar uma de suas sobrinhas, da região de Melun, ele fez o casamento de sua sobrinha, havia 40 anos que ele estava no Senegal, então o provincial dos Padres do Espírito Santo lhe disse:
- Não, o senhor não volta mais ao Senegal, acabou.
- Mas por quê? O que fiz?
- Ah, porque o senhor diz  a missa de São Pio V.
- Claro, digo a missa de São Pio V! Que mal faço? Meus africanos estão muito felizes com a missa que digo, sempre disse a mesma missa, não mudei em nada, continuo como outrora, eles estão muito felizes.
- Não, o senhor não voltará mais ao Senegal.
Este missionário, que estava ligado de alma e de corpo a estes africanos, a este vilarejo, e que queria morrer lá, não pôde voltar, e tomei conhecimento de que ele estava em le Gard, na casa de seus amigos, abandonado pelos Padres do Espírito Santo. Acho sinceramente que ele contraiu câncer corroído pela dor, corroído pela dor de não poder mais voltar à África. E ele morreu há três semanas.
MORRO CELEBRANDO A SANTA MISSA
n/d
E recebi o comunicado feito por suas duas irmãs e seus dois irmãos casados: eles tiveram a coragem de escrever nesse comunicado impresso: “Morto por ter continuado a celebrar a missa de São Pio V“. É a primeira vez que vejo isso num comunicado impresso: “Morto por ter continuado a celebrar a missa“. Escrevi à sua irmão, e disse:
    “Meu Deus, te agradeço, ao menos colocastes o verdadeiro motivo pelo qual este pobre missionário morreu”.
Então ela me disse:
    “Monsenhor, não sabia que tinha um irmão tão santo, cuidei dele, nos dois dias anteriores à sua morte, ele estava sobre seu leito de morte, ele não me olhava mais, ele estava completamente tomado por sua missa, ele celebrou a santa missa deitado em sua cama, recitou todas as orações, do início ao fim, como sempre, ele consagrou uma hóstia, comungou sobre seu leito de morte, porque ninguém veio ajudá-lo a morrer, e na véspera de sua morte, ele ainda repetiu as palavras da consagração da missa, ele não me olhava mais, ele estava tomado, sua missa, e ele partiu assim, em sua missa, fora magnífico, não sabia que tinha um irmão tão santo”.
Estes são exemplos, exemplos vividos, há três semanas, ele não é antigo. A perseguição! E durante este tempo falam de caridade, eles o abandonaram, abandonaram, ninguém veio para apoiá-lo, para consolá-lo, para assisti-lo em sua santa morte, (isto é) uma abominação, uma abominação!
Dom Marcel Lefebvre
__________
Notas:
[1] Dom John Charles McQuaid, C.S.Sp. (1895-1973).
[2] Dom Casimiro Morcillo González (1904-1971).
[3] Cardeal Vicente Enrique y Taracón (1907-1994).
[4] O padre Pierre Bouvet (1919-1987).
* Nota dos editores: Como se trata da tradução de uma conferência oral, tentamos preservar ao máximo as nuances do discurso original, fazendo pequenas correções ou complementações para tornar a leitura mais fácil.
Fonte: Dominus Est  e  www.rainhamaria.com.br

sexta-feira, 20 de junho de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

PADRE CARDOZO: Carta a los fieles de la Resistencia de Chihuahua


El próximo 17 de junio se cumplirán 2 años del inicio de la resistencia en México con la Santa Misa, más concretamente en Chihuahua. El domingo 10, un grupo de fieles, al oír un sermón mandado a leer por el que fuera mi antiguo Superior de Distrito, decidieron reunirse en casa de las Hermanas Baeza a modo de nuevas “Adelas”; nos prestaron todo el apoyo, para continuar la obra de Mons. Lefevbre, que a las claras se veía truncada y traicionada por la jerarquía de la F.S.S.P.X que ya no sabía distinguir la Iglesia Católica de la falsa iglesia modernista llamada “oficial”, quienes minimizaban los errores conciliares. Sumados a ellos, un conjunto de sacerdotes obedecían a sus malos superiores, que tiempo ha, perdieron la Fe y la vergüenza, y para no abdicar de sus comodidades e intereses, decidieron seguirles, repitiendo la historia de los curas del post-concilio, traicionando así el combate que por la Tradición de la Iglesia, nos había llevado a ingresar en nuestra querida congregación. Graciosamente aún recuerdo algunas frases del tal sermón que me trasmitieron los fieles, “…que había sido expulsado…”, ¿cómo pude ser expulsado de dónde me fui voluntariamente?..., “que no había pedido permiso al Superior para entrar en México…”, si estaba “expulsado”, ¿por qué pedirlo? , “…que quien me viese…”, sufriría graves consecuencias!...jeje!...ni el hereje de Lutero tuvo que sufrir tantas amenazas!!!


Posteriormente, en mayo del 2013, con motivo del arribo del Padre René Trincado a Chihuahua,  la familia Sáenz Hernández ofreció su casa para alojarlo a él y a la Misión, les hacemos patente nuestro agradecimiento.

Lo importante es que desde entonces, la resistencia se afianzó. Algunos por temor o faltos de convicciones regresaron o continuaron con quienes ya tienen una doctrina heterodoxa y liberal; el ejemplo lo tienen en algunos de los asisten a  la primera  misa del Motu Propio oficiada en la Catedral de Chihuahua, el mes de mayo pasado,  donde el celebrante dice:…que no existe oposición alguna entre la Misa del rito ordinario y la celebrada en el Rito Extraordinario, puesto que “las dos son expresión legítima de la fe de la iglesia...” Ver antiguos fieles participando, uno se pregunta ¿para qué tanto tiempo combatiendo por la Misa y la Doctrina, si todo por fin es igual?

El escándalo dado por Mons. Fellay con sus continuas visitas  a Roma, mendigando un lugar para los tradicionalistas dentro de esta falsa iglesia, o su desgraciada frase al Cardenal Cañizares, “que si Mons. Lefebvre hubiese visto una misa nueva bien dicha, no hubiese dado el paso que dió..(SIC!)”, ha dado estos frutos de sincretismo con el enemigo modernista, creen seguir estando en la Tradición, en la Iglesia Católica y se arrodillan frente a sacerdotes que hace años vienen aceptando el Concilio Vaticano II sin chistar, dando una misa nueva protestantizada, aceptando ministras de la eucaristía, ecumenismo, etc., etc.…, Nos permanecemos iguales a los católicos de todos los siglos, abominando las novedades modernas, conservando el ideal de los Cristeros, de los millones de mártires que ofrendaron sus vidas antes de arrodillarse a los errores de la época, antes de claudicar un ápice en su Fe.

Queridos fieles de Chihuahua! ustedes fueron el primer grupo de laicos que se levantó contra la traición de la Neo FSSPX, después de ustedes  siguieron otros, ¡A perseverar esperando seguros el triunfo del Corazón Inmaculado de María!, para lo cual en el mes de agosto, en todas la misiones a nuestros cuidados hemos de consagrarnos al Corazón de nuestra Madre, tal como fue su pedido en Fátima para  obtener así el triunfo final y ver realizado aquello de : “…Al fin mi Inmaculado Corazón Triunfará”

Con mi especial afecto y bendición. ¡V.C.R!

P. E. Cardozo

Sermão do Rev. Pe. Trincado nos dois anos de resistência em Chihuahua - MÉXICO


“Y Yo estaré con vosotros todos los días hasta el fin de los siglos”

Esas palabras, con las que termina el pasaje evangélico de hoy, fiesta de la Santísima Trinidad, y que son el versículo final del Evangelio de San Mateo; son una grandiosa promesa de Nuestro Señor Jesucristo. Y no se trata de palabras humanas y -por lo mismo- falibles, sino palabras divinas, palabras de las que no podemos dudar, palabras que se cumplen necesariamente. “Y Yo estaré con vosotros todos los días hasta el fin de los siglos”. Estará Nuestro Señor con nosotros, iluminándonos y fortaleciéndonos para que salvemos nuestras almas y seamos santos, a condición -por supuesto- de que nosotros queramos estar con Él todos los días de nuestras vidas, para estar con Él, por toda la eternidad, después de la muerte.

Hace dos años…

Hace exactamente dos años, el domingo de la Sma. Trinidad de 2012, ustedes, estimados fieles de Chihuahua, iniciaron la Resistencia en México. Dignos hijos de los Cristeros, Macabeos del siglo XX, y de Mons. Lefebvre; ustedes supieron decir no al lenguaje deliberadamente ambiguo en la confesión de la fe, supieron decir no a la intriga y al secretismo indebido, supieron decir no a la indigna diplomacia mundana, supieron decir no a los abusos y las artes maquiavélicas de la autoridad, supieron decir no -en fin- a la traición de unos superiores ilusos y pusilánimes -o algo peor que eso: Dios lo sabe- que intentaban -y siguen intentando- pactar una paz gravísimamente injusta con los herejes liberales y modernistas destructores de la Iglesia de Cristo, poniendo así un impío y deshonroso final a la guerra sagrada a la que nos condujeron conjuntamente el Espíritu Santo y el ardiente celo de Dios y la sabiduría sobrenatural de Mons. Lefebvre.


“El Reino de los Cielos sufre violencia y sólo los violentos, los resueltos, los combativos, los fervorosos lo arrebatan” (Mt 11, 12).

Este fue el primer grupo de fieles de la Fraternidad, en el mundo, en reaccionar santamente -es decir, de modo resuelto y radical- en defensa de la Verdad, en levantarse valerosamente en contra de los pastores convertidos en lobos. Hubo que correr los riesgos. Hubo que asumir las consecuencias. Hubo que abrazar la cruz. En efecto, no tardaron en venir las presiones injustas, las persecuciones, las expulsiones. "Todos los que quieren vivir piadosamente en Cristo Jesús, serán perseguidos” (2 Tim 3, 12).Tuvieron ustedes que decir adiós, para siempre, a la capilla que con tanto amor y esfuerzo ayudaron a construir para volver, como en los primeros tiempos, a celebrar la Misa en las casas, en las cocheras y donde fuera posible. Fueron ustedes despojados como Cristo fue despojado. Y como Cristo, se dejaron despojar. Y quedaron sin capilla, sin Misa, sin Sacramentos… y todo por esa santa intolerancia católica, por ese celo de Dios, por ese amor a la Verdad que les hizo imposible soportar por más tiempo a los traidores que intentan congraciarse con el mundo exculpando o minimizando la obra demoledora del Vaticano II y otras manifestaciones o tentáculos de la por siempre maldita y satánica bestia liberal y modernista.

San Atanasio, el año 356, mientras muchos católicos eran expulsados de las iglesias por los herejes arrianos, escribía a los fieles: “los arrianos se han apoderado de los templos y vosotros habéis sido expulsados. Ellos tienen los templos. Vosotros, en cambio, tenéis la Fe. Confrontemos pues qué cosa sea más importante, el templo o la Fe, y resultará evidente que es más importante la verdadera Fe. Por tanto, ¿quién ha perdido más, o quién posee más, el que conserva un lugar, o el que conserva la Fe? Vosotros sois los dichosos que por la Fe permanecéis dentro de la Iglesia y gozáis de la totalidad de la Fe. Nadie prevalecerá jamás contra vuestra Fe, mis queridos hermanos, y si en algún momento Dios os devolviere los templos, será necesario el mismo convencimiento: que la Fe es más importante que los templos.” Estas palabras se aplicaron, siglos después, al inicio de la Resistencia católica de Mons. Lefebvre y la antigua Fraternidad en contra de la “nueva Iglesia”, y hoy se aplican nuevamente a la continuación de esa Resistencia, que esta vez defiende la Verdad no sólo en contra el liberalismo extremo de la “nueva Iglesia” sino también contra liberalismo moderado de la “nueva Fraternidad”.

"Ni la muerte, ni la vida, ni los ángeles, ni los principados, ni lo presente, ni lo por venir, ni la fuerza, ni lo alto, ni lo profundo, ni ninguna cosa creada nos podrá separar jamás del amor de Dios en Cristo Jesús Señor nuestro" (Rom 8, 38 - 39).

En la devastación y ruina general que padece la Iglesia, si se omiten los falsos “misterios luminosos”, el Rosario es lo único que queda enteramente en pie. Por eso el santo Rosario es más importante ahora que nunca en la historia. Si es verdad que no todos los días pueden ustedes tener la Misa, también es verdad que todos los días pueden ustedes rezar el Rosario. Y es necesario que graben en sus almas esta verdad: ustedes, que no pueden comulgar todos los días, rezando el Rosario cada día pueden recibir las mismas gracias que los que pueden comulgar a diario y mayores, pues Dios da más a quien le ama más, y demuestra mayor amor a Dios el que sufre ser expulsado y privado de la Misa y de los demás Sacramentos, que el que prefiere conservar sus seguridades, ventajas y comodidades personales antes que verse despojado y crucificado por mantenerse enteramente fiel a la Verdad. Sí, mis estimados fieles: más gracias da Dios a un alma fervorosa y combativa en una sola comunión espiritual o en un Rosario, que las que da en cien comuniones sacramentales a un alma tibia, vacilante y llena de apegos y de miedos.

Fue necesario dejarse “despojar de Cristo” para mantenerse unidos a Cristo.

Estimados fieles: ustedes estuvieron cerca de un año sin Sacramentos y sin saber si los volverían a recibir algún día. Esa fue una dura prueba que había que soportar por amor a Cristo: era preciso ser privados de Cristo -en cuanto a lo aparente o visible- para mantenerse unidos a Cristo. Ustedes resistieron y resisten en la fe íntegra porque esa es precisamente la voluntad de Dios en los tiempos de la apostasía general. Ustedes han empuñado el arado y no han mirado atrás. ¿Por qué otros no vieron lo que ustedes vieron o no se resolvieron como ustedes se resolvieron? En general, se puede decir que los que vieron y se decidieron en esta oscura crisis de la Fraternidad, merecieron esa luz y esa fortaleza en premio a su ardiente amor a la Verdad. Y aunque sólo Dios ve el secreto de los corazones, una cosa es clara y una cosa es segura: resistan hasta el final y bendecirán por toda la eternidad la hora en que decidieron dejarse despojar por Cristo. Y por eso Él les dice en el Evangelio de hoy:

“Yo estaré con vosotros todos los días hasta el fin de los siglos”

¡Viva Cristo Rey y Nuestra Señora de Guadalupe, Madre, Reina y Generala de la Resistencia!

domingo, 15 de junho de 2014