sábado, 31 de janeiro de 2015

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

"Bem aventurados aqueles que escutaram a Missa nas catacumbas..."


"Bem aventurados aqueles que escutaram a Missa nas catacumbas. Para um templo, temo menos aos furiosos que o querem demolir, que aos fiéis que só pensam na sopa. Antigamente, os pais cristãos preferiam antes sacrificar seus filhos à miséria do que abjurar. Hoje em dia os expõem com maior gosto a vê-los perder a Fé do que a não contar com um diploma. Compra-se friamente um título de advogado ou de médico ao preço de cem pecados mortais que podem cometer antes de obtê-lo. A isso chamamos de “pensar no seu futuro”: esta palavra diz tudo. Quando éramos cristãos, o futuro estava no céu. Pois já não está mais, agora está nas lojas, no comércio, nos negócios, e no lodo: e para chegar ali, passam sobre o crucifixo. Já não há mais cristãos, pois já não há fé. Se houvesse fé, as almas não se exporiam com tanta vilania, e veríamos o que já não vemos: homens.” 

- Louis Veuillot (1813 – 1883)
Visto em Non Possumus.
Tradução: Carla D'amore

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Eis o Coração que tanto amou os homens

Eis o Coração que tanto amou os homens...
...assim falava um dia Jesus à sua fiel serva Margarida Maria Alacoque, para acrescentar tristemente: “Mas em paga, eu não recebo da maior parte dos homens senão ingratidões”. Depois de três séculos, o Coração amoroso de Jesus vai repetindo a sua piedosa queixa, porque, ainda hoje, são poucos os homens que O amam como deseja ser amado.
Mas, por que essa contínua ingratidão da parte do homem para com este Coração adorável, que não deseja outra coisa senão um pouco de amor? Eis o motivo: É porque o amor do Coração de Jesus não é conhecido! Jesus, falando, revelou seu amor em 12 Promessas, mas estas, ou não são absolutamente conhecidas pelo povo cristão, ou, então, de um modo muito imperfeito.

Alma cristã, dize-me tu também, quantas vezes não viste impressas estas 12 Promessas do Coração de Jesus nas santas imagens ou nos livros piedosos, e, no entretanto, responde-me com fraqueza, leste-as com atenção, meditaste nelas? Pelo amor do Coração de Jesus e pelo bem de tua alma, expulsa de tua mente todos os pensamentos inúteis, por alguns instantes ao menos, e lê, descansadamente e com atenção, mais uma vez as 12 Promessas do Coração de Jesus. Asseguro-te que te parecerão novas, o teu coração se há de alegrar e, tendo chegado à última, os teus olhos rebentarão lágrimas quentes, lágrimas de prazer e de reconhecimento.

É que Jesus quer que antegozes as delícias do céu. Medita, pois...

Promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo aos devotos de seu Sacratíssimo Coração:

1.º Conceder-lhes-ei todas as graças necessárias ao seu estado;
2.º a paz nas suas famílias;
3.º a consolação nas suas penas;
4.º Serei seu refúgio seguro durante a vida e sobretudo na morte;
5.º Derramarei abundantes bênçãos sobre todas as suas empresas;
6.º Os pecadores acharão em mim a fonte e o oceano infinito da misericórdia;
7.º As almas tíbias se tornarão fervorosas;
8.º As almas fervorosas se elevarão rapidamente a grande perfeição;
9.º Abençoarei Eu mesmo as casas onde a imagem do meu Coração estiver exposta e venerada;
10.º Darei aos Sacerdotes o dom de abrandar os corações mais endurecidos;
11.º As pessoas que propagarem esta devoção terão escritos os seus nomes no meu Coração, e dEle nunca serão apagados;
12.º Concederei no excesso da misericórdia do meu amor poderoso a graça da perseverança final aos que comungarem na primeira sexta-feira de nove meses seguidos.
.
Eu o vejo, tu estás comovida. Não julgaras que o Coração de Jesus te amasse assim.

Fonte: A Grande Promessa do Sacratíssimo Coração de Jesus, 
Frei Salvador do Coração de Jesus, 1923

Monsenhor Lefebvre: sobre Jesus Cristo e as "outras religiões".

Tradução: Carlos Wolkartt – Renitência.com

Nota: O texto a seguir é uma sóbria reflexão sobre a verdade de Jesus Cristo e sobre as falsas religiões, extraída do magnífico livro do Arcebispo Lefebvre, The Mystery of Jesus. Em contrapartida, anexamos a declaração do então cardeal Bergoglio contida em seu livro Sobre o Céu e a Terra (escrito em co-autoria com o rabino Abraham Skorka), na qual o Cardeal relata o seu acolhimento entusiástico às falsas religiões, promovendo orações públicas em um “espírito de Assis” pan-religioso durante eventos que ele organizou em sua Catedral.

Monsenhor Lefebvre:

Diante da imagem do Menino Jesus no presépio, alguns podem ser movidos a dizer: “Isso não é possível, Ele não pode ter criado o mundo; Ele acabou de nascer”. Para estes, São Paulo dá a resposta: Ele acabou de nascer, sim, mas a Sua Pessoa é uma Pessoa divina, e essa Pessoa é Deus, o Verbo de Deus. É verdadeiramente o Verbo de Deus que está ali presente na manjedoura, que assume este corpo e alma. É a Palavra de Deus, é esta Pessoa divina a quem nos dirigimos. Quando falamos com alguém, dirigimo-nos a uma pessoa. Essa Pessoa é o Verbo de Deus, por quem tudo foi criado. Como pode alguém então dizer que esta Pessoa, que é o Verbo de Deus feito Homem, não é Salvador, Sacerdote e Rei, os três grandes atributos que esta Pessoa dá a esta criatura de Deus pela graça da união hipostática? [1]

Portanto, algum homem tem o direito de ser indiferente à presença do Verbo de Deus em nosso meio? Isso é inconcebível. Deus quis viver entre nós; quem então tem o direito de dizer: “Apenas deixe-me viver minha vida. Eu não preciso de Jesus Cristo para viver”? Isso é impensável, especialmente porque Ele veio para nos salvar dos nossos pecados. Conseqüentemente, somos todos afetados porque somos todos pecadores. Ele veio para morrer na cruz, para nos redimir da condenação eterna; pode alguém, portanto, ficar desinteressado? E como eles se atrevem a comparar esta Pessoa, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, a Maomé, Buda ou Lutero? Como pode um católico que tem a Fé proferir tais palavras? Como eles podem até mesmo falar “das religiões, todas as religiões, dos cultos” como se fossem iguais?

O Papa Pio VII manifestou sua indignação quando foi apresentado à Constituição da França, na qual se afirmou a liberdade de todas as religiões. Ele reagiu contra as palavras “todas as religiões”. Com estas palavras, eles estavam colocando a santa religião de Deus, de Nosso Senhor Jesus Cristo, no mesmo nível das heresias e cismas. Ele ficou indignado, e escreveu ao Arcebispo de Troyes: “Vá ver o rei. Diga-lhe que é inadmissível para um monarca Católico, para um rei que se chama Católico, admitir a liberdade de ‘todas as religiões’, sem distinção”. O Papa ficou indignado. Esta deveria ser a convicção de todos os católicos.

Não é possível ser católico e não sentir indignação quando falam de “todas as religiões”, colocando assim Nosso Senhor em pé de igualdade com Buda e todo o resto. Eles não acreditam que Nosso Senhor é Deus. Eles não acreditam que é a Pessoa de Deus que está diante de nós. É evidente que não acreditam. Existem várias encarnações de Deus? Em Buda? Em Maomé? Em Lutero? Não, existe apenas uma, em Nosso Senhor Jesus Cristo. Este fato tem conseqüências enormes, e devemos sentir isso em proporção à nossa crença na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O que São João diz sobre este ponto é muito importante. As palavras do Apóstolo podem ser resumidas da seguinte forma: Aquele que afirma que Jesus Cristo é Deus é de Deus, e aquele que nega que Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus é um anticristo (cf. I Jo. II, 22). Anticristo! e, por conseguinte, um demônio. São João, por exemplo, teve a Fé, e ele soube como tirar as conseqüências.


Poderíamos nos perguntar se ainda restam hoje verdadeiros católicos entre aqueles que se dizem católicos, porque todo mundo acha natural falar de liberdade religiosa e liberdade de culto. Porém isso não pode ser concedido, porque vai de encontro à dignidade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Eles podem nos acusar de sermos intolerantes. E quantos católicos acham a mesma coisa, inclusive em nossas próprias famílias católicas!?

Se você afirma que há apenas uma religião verdadeira, a religião de Nosso Senhor Jesus Cristo, e todas as outras provêm do demônio, que elas são do Anticristo porque negam a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, eles vão acusá-lo de ser intolerante. “Assim, você quer voltar para a Idade Média”, zombarão. Não, nós só queremos restaurar o que é: Nosso Senhor é Rei. O dia em que Ele vier subitamente em majestade sobre as nuvens do céu, eles dirão: “Ah, é verdade, Ele é Rei; nós não acreditávamos que isso era possível”.

Sim, Nosso Senhor é Rei, e Ele será o único, não haverá ninguém ao lado d'Ele. As pessoas não são capazes de convencer-se disso. Elas estão infectadas pelo liberalismo, pelo secularismo que afeta muitos. A Nosso Senhor Jesus Cristo já não é atribuído o seu verdadeiro lugar.

Seu reino deve ser estabelecido na terra como no céu.

Foi Ele mesmo quem disse isso na oração que Ele nos ensinou, o Pai Nosso: Venha a nós o Vosso reino. Seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu.E este deve ser o objeto de nossas orações, a intenção de nossos sofrimentos e o propósito de nossa vida. Não devemos descansar até que o reino de Nosso Senhor seja estabelecido. Um católico cujo coração não é animado por este profundo desejo não é um católico. Ele não é um dos fiéis de Nosso Senhor Jesus Cristo. [2]

Contraste: o cardeal Bergoglio acolhe “todas as religiões”

No capítulo 28 do seu livro Sobre o Céu e a Terra (escrito em co-autoria com o rabino Skorka) [3], o cardeal Bergoglio afirma com grande satisfação: “Não sei se o senhor se lembra, quando comecei como arcebispo, nos Te Deum eu descia com o núncio para acompanhar o presidente e o levávamos até a porta. Todos os senhores, religiosos dos outros credos, ficavam sozinhos em um canto; eram como bonecos de exposição. Eu mudei essa tradição: agora, o presidente sobe e saúda a todos os representantes de outros credos... Desde o Te Deum de Salta, em 2009, a cerimônia se divide em duas: não só se realiza o canto tradicional, clássico, de ação de graças, junto com a homilia e a oração católica, como também os representantes de cada credo formulam suas orações. A participação agora é maior”.



Notas finais

[1] A união de duas naturezas, divina e humana, de Jesus Cristo em uma única pessoa, a Pessoa do Verbo divino. A partir do fato de que este Homem, Jesus Cristo, é Deus, Ele é necessariamente Salvador, Sacerdote e Rei.
[2] The Mystery of Jesus, The Meditations of Archbishop Marcel Lefebvre [Kansas City: Angelus Press, 2000], pp. 23-25.
[3] Sobre o Céu e a Terra (versão em português), Jorge Mario Bergoglio & Abraham Skorka [São Paulo: Companhia das Letras, 2013]

Nom Possumos: MONS. FELLAY: ECUMENISTA PRÁCTICO


Informábamos en una entrada anterior sobre la visita del "obispo" anglicano James Roque a la capilla de la FSSPX en San Pablo, Brasil. Decían los anglicanos:
"Por invitación recibida de la Fraternidad San Pío X, el obispo Don James estuvo presente en una conferencia dada por el Superior General de la Sociedad de San Pío X, en São Paulo-SP. El mismo día se produjo la celebración de la Confirmación y la celebración de la Misa según el rito de San Pío V.
Después de intercambiar algunas palabras con Monseñor Fellay, quien muy amablemente posó para la foto con el obispo anglo-tradicional, a petición del Secretario del Obispo, en las dependencias de la actual sacristía recién establecida en São Paulo, se realizó una reunión con el reverendo Padre Maret, Prior de la Capilla de Sao Paulo.
La amabilidad de Monseñor Fellay y de los padres Bouchacourt y Maret merecen reconocimiento, por su espíritu de auténtico ecumenismo y de lacomún defensa de la Santa Tradición de la Iglesia.
A todos en la Fraternidad Sacerdotal San Pio X nuestro agradecimiento por la acogida, respeto y extrema amabilidad."
Publicamos ahora la foto de Monseñor Fellay con el “obispo” James, quienes con su gran espíritu de auténtico ecumenismo, sonríen para la cámara:


Fotografía publicada en un lugar de honor por el sitio web del “obispo”. Ver aquí.




El "obispo" James celebrando una "misa"



El "obispo" James y sus amigos

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

sábado, 17 de janeiro de 2015

Profecia sobre o tempo do Anticristo do Cardeal Newman.

O Tempo do Anticristo - por Cardeal John Henry Newman (escrito no ano de 1838):


"Nos tempos do Anticristo a Igreja de Deus sobre a terra verá reduzido grandemente o número aparente de seus fiéis devida a aberta deserção dos poderes deste mundo. Esta deserção começará por uma indiferença a toda forma de cristianismo, sobre a aparência de uma tolerância universal. Mas esta tolerância não procederá de um verdadeiro espírito de caridade e indulgência mas de uma projeto que tem por fim destruir o cristianismo pelo incentivo as seitas. Esta pretensiosa tolerância irá muito mas além de uma justa tolerância a inclusive a que diz respeito as diversas denominações cristãs. Poisos governos pretenderão ser indiferentes a todas e não darão proteção preferencial a nenhuma. Da tolerância das mas pestíferas heresias passarão logo a tolerância do islamismo, do ateísmo e por fim virá aperseguição explícita da verdade do cristianismo. Nesses tempos o Templo de Deus se verá reduzido aos santos, isto é, ao pequeno número dos verdadeiros cristãos que adoram o Pai em espírito e em verdade e que regem estritamente sua doutrina e culto e toda sua conduta pela Palavra de Deus". 

Fonte: Cum ex apostolatus officio

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Oração a Cristo Rei Universal.


Ó Cristo, reconheço-Vos Rei Universal. Exercei em mim Vossos direitos. Renovo minhas promessas do Batismo, renunciando a satanaz, as suas pompas e as suas obras e prometo viver como bom Cristão, muito particularmente comprometo-me a fazer triunfar por todos os meios que puder, os direitos de Deus e de Vossa Igreja.

Divino Coração de Jesus, ofereço-Vos as minhas pobres orações, para alcançar que todos os corações reconheçam Vossa realeza sagrada e assim se estabeleça no universo inteiro o Vosso Reino.


Indulgência plenária uma vez ao dia, Sagrada Penitenciária, 21/02/1923.
 
Lembrae-vos das "Almas desamparadas do purgatório"

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Monsenhor Lefebvre



“Então estamos para ser excomungados por modernistas, por gente que foi condenada por Papas anteriores. Então o que isso pode fazer realmente? Nós somos condenados por homens que, eles próprios, estão condenados…” 

(Conferência de imprensa, Ecône, 15 de junho de 1988)

Citação importante de Santo Agostinho.

“Muitas vezes a Divina Providência permite também que homens justos sejam banidos da Igreja Católica por causa de alguma sedição muito turbulenta dos carnais. E se levarem com paciência tal injustiça ou injúria, desejando a paz eclesiástica, sem introduzir novidades cismáticas nem heréticas, ensinarem aos demais com que verdadeiro afeto e sincera caridade deve servir-se a DEUS. O desejo de tais homens é o regresso, passada a tempestade, ou, se não lhes é admissível o retorno, porque não cessou o temporal ou é sugerível que com seu retorno [os carnais] se enfureçam mais ainda, se mantenham na firme vontade de querer o bem dos mesmos agitadores, a cuja sedição e turbulência cederam, defendendo até morrer, sem originar cisões, e ajudando com seu testemunho a manter aquela Fé que é ensinada pela Igreja Católica. A estes coroa secretamente o Pai, que vê o interior oculto. Rara parece esta classe de homens, mais exemplos não faltam, e ainda são mais do que se pode crer. Assim, a divina Providência se vale de todo gênero de homens e de exemplos para a saúde das almas e a formação do povo espiritual.”
Fonte: Santo Agustinho in DE VERA RELIGIONE

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Indulgências do Santo Terço.

As indulgências concedidas às coroas do Rosário (têrço).
I. Os fiéis que recitam uma terça parte do rosário podem ganhar:

1) indulgência de cinco anos, se recitou sozinho;

2) indulgência de dez anos uma vez ao dia se recitou pública ou privadamente com outro. Se esta prática se observa por um mês inteiro recitando o Rosário ao menos três vezes toda semana, no último domingo do mês se ganha, nas habituais condições, a indulgência plenária;


3) se a recitação do terço é feita em família, além da indulgência parcial de dez anos, a indulgência plenária:

a) duas vezes ao mês,
b) em todos os sábados,
c) em outros dois dias da semana,
d) nas festas da SS. Virgem celebradas em toda a Igreja.

Para ganhar as indulgências plenárias citadas, se requerem: a Confissão, a Comunhão e a visita a uma Igreja ou oratório público.

4) Aqueles que recitarem o rosário (um terço) diante do SSmo. Sacramento publicamente exposto ou fechado no cibório, “toties quoties” desde que se confessem e recebam à S. Comunhão, lucrarão a indulgência plenária (Ench. Indul. n. 395).

As dezenas podem ser separadas desde que. durante o mesmo dia se recite o Rosário por completo.
Fonte: Teologia Moral do Padre Teodoro da Torre Del Greco.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

CARTA-RESPOSTA AO DOM MARCO AURÉLIO GUBIOTTI (Por: Giulia d’Amore).

 
Hoje postei, finalmente, a minha carta ao Bispo de Itabira, por via dos Correios. O código de rastreamento é este: JH329893002BR. A entrega, com AR e registro, poderá ser acompanhada pelos site dos Correios 

Leia a resposta do Reverendo Padre Ernesto Cardozo aqui: http://farfalline.blogspot.com.br/2014/12/o-bispo-de-ipatinga-persegue-aos.html.  

Leia as respostas de outros Reverendos Padres e de alguns fiéis aqui: http://farfalline.blogspot.com.br/p/perseguicao-dos-modernistas-calunias-e.html. A seguir, a carta. 
  

CARTA-RESPOSTA AO BISPO DE ITABIRA-CORONEL FABRICIANO, PARA ESCLARECER E REFUTAR AS MENTIRAS APREGOADAS EM SEU "COMUNICADO" AO CLERO E AOS FIÉIS DE SUA DIOCESE, QUE INCLUI A CIDADE DE IPATINGA, SEDE DA "MISSÃO CRISTO REI", FIEL À TRADIÇÃO BIMILENAR DA IGREJA CATÓLICA.



12 de Janeiro de 2014.
Ao Exmo. Sr. Dom Marco Aurélio Gubiotti,
Bispo titular da Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano.
Sou uma fiel católica que assiste à Missa de sempre, e, ao tomar conhecimento do vosso comunicado ao clero e aos fiéis da Diocese de Itibira-Coronel Fabriciano, fiquei abismada com a vossa falta de conhecimento do assunto que, certamente, vos levou a cometer esse ato injusto e calunioso. Por dever de caridade e justiça vou esclarecer as coisas:
1. Monsenhor Marcel Lefebvre não era Cardeal, mas Arcebispo. E Arcebispo Católico ele morreu.

2. Papa João Paulo II “excomungou” apenas os bispos sagrantes e sagrados. Não excomungou a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, nem seus padres, religiosos ou fiéis. Nem tão pouco há qualquer documento da Igreja que tenha expressamente proibido aos católicos que frequentassem suas Missas. Dizer algo contrário a isso é calúnia grave.

3. Mons. Lefebvre foi “excomungado” apenas por ter sagrados bispos sem a autorização de Papa João Paulo II, tendo em vista a contínua e injustificada protelação deste para dar assentimento, e com base no justificado estado de necessidade; figura prevista no Código de Direito Canônico. Mons. Lefebvre foi “excomungado” apenas por causa disso, não porque tivesse dito alguma heresia ou por causa de sua defesa da Fé e da Tradição, ou porque “não aceitou” o Concílio Vaticano II. Está no documento que V.Exª mesmo menciona, e que VExª mesmo desobedece ao proibir que Católicos assistam à Missa Tridentina que não é proibida, rezada por um Padre que não está excomungado. Dizer algo contrário é desobedecer ao próprio papa João Paulo II e a todo o Magistério da Igreja.
4. Não há um documento sequer da Igreja que tenha proibido, revogado, extinguido ou ab-rogado a Missa Tridentina, que, como V.Exª deve saber, foi instituída por Nosso Senhor em pessoa, não podendo nenhuma criatura alterá-la ou extingui-la sem chamar para si as penas do Inferno. O Papa São Pio V, ao reordenar as coisas, estabeleceu o rito Tridentino, e também que ninguém, jamais, em tempo algum, poderia modificar ou proibir a Missa Tridentina. É MAGISTÉRIO INFALÍVEL da Igreja. No dia 14 de julho de 1570, São Pio V promulgou o Missal em modo definitivo com uma bula dogmática (Quo primum tempore) a qual estabilizava para sempre o seu conteúdo: “E a fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, decretamos e ordenamos que a Missa, no futuro e para sempre, não seja cantada nem rezada de modo diferente do que esta, conforme o Missal publicado por Nós; decretamos e declaramos que a presente Bula não poderá jamais, em tempo algum, ser revogada nem modificada, mas permanecerá sempre firme e válida, em toda a sua força (...) Assim, portanto, que a ninguém absolutamente seja permitido infringir ou, por temerária audácia, se opor à presente disposição de nossa permissão, estatuto, ordenação, mandato, preceito, concessão, indulto, declaração, vontade, decreto e proibição. Se alguém, contudo, tiver a audácia de atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na indignação de Deus Todo-poderoso e de seus bem aventurados Apóstolos Pedro e Paulo”. Textos e rubricas obrigavam sub gravi, ou seja, não é permitido ao sacerdote a mínima improvisação pessoal para as variações, e isto em caráter perpétuo.
5. O Concílio Vaticano II é pastoral, não dogmático (vide in fine). Portanto, não é obrigatório aderir a ele. Principalmente naquilo que vai contra o Magistério e a Tradição bimilenares da Igreja. Ou seja, convém ao bom católico não aderir a ele de maneira alguma. Dogmatizar o Concílio é pecado. Mentir aos fiéis também é.
6. A quais “numerosos frutos” de cinquenta anos de Concílio V.Exª se refere exatamente? (1) À debandada maciça dos católicos para as seitas protestantes, e agora também para o ateísmo? (2) À redução drástica das vocações religiosas e sacerdotais? (3) À decadência moral dos padres, religiosos, bispos e demais autoridades eclesiásticas, que estampam continuamente as páginas policiais com notícias sobre pedofilia e roubo de bens da Igreja? (4) Ou a escândalos diversos como viver publicamente amancebados (com ou sem prole) com mulheres e... homens? Muitos com a plena anuência de seus bispos!!! Posso, se desejar, elencar uma lista enorme de nomes, facilmente encontrável no Google; basta pesquisar: “padre pedófilo”, por exemplo, e V.Exª verá mil de notícias sobre o assunto. (5) Talvez, V.Exª se refira à desfiguração total da Santa Missa, que se tornou um culto que não tem nada de diferente de um culto protestante. Por não falar das diferentes “missas” temáticas: crioula, sertaneja, africana... uma variedade de “cultos” que nada têm a ver com a Fé Católica. (6) Talvez se refira à retirada dos Sacrários do centro do altar para relegá-los - e a seu Sublime Hóspede - a uma saleta escondida na sacristia, até que os fieis percam completamente o sentido do sagrado! (7) Ou, por fim, talvez para V.Exª os numerosos frutos são justamente isso: destruir a verdadeira Fé.
 
7. Se Monsenhor Lefebvre é cismático porque “desobediente”, segundo o próprio João Paulo II, no Motu Próprio Ecclesia Dei que menciona: “Por isso, tal desobediência - que traz consigo uma rejeição prática do Primado romano - constitui um ato cismático” (n. 3), cismático e excomungado o é também V.Exª, uma vez que desobedece ao mesmo papa que no mesmo documento diz: “além disso, em toda a parte deverá ser respeitado o espírito de todos aqueles que se sentem ligados à tradição litúrgica latina, mediante uma ampla e generosa aplicação das diretrizes, já há tempos emanadas pela Sé Apostólica, para o uso do Missal Romano segundo a edição típica de 1962”. Tire a trave de vosso olho, Exª., antes de pensar em tirar o cisquinho do olho do venerável Monsenhor Lefebvre, de quem não sabe absolutamente nada, como o prova o lamentável “Cardeal” com quem o designou! E eu poderia apostar que nem mesmo sobre o CVII tenha conhecimento, a não ser o que vos chegou mastigado no seminário que fez e nas instruções posteriores que recebeu. Qual documento do CVII já leu, Exª.? O que sabe da história do CVII? E o que sabe da história e das razões de todos os que se opuseram a ele?

8. A Missa de sempre, Tridentina, de Pio V, jamais foi abolida. E os fiéis que nos últimos 50 anos têm acompanhado a Obra de Mons. Lefebvre não são os únicos que a defendem e continuam a assistindo. Já ouviu falar do Indulto Agatha Christie, só para citar um exemplo? É assim que é conhecida a permissão concedida em 1971 pelo Papa Paulo VI para o uso da Missa Tridentina em Inglaterra e País de Gales. "Indulto", caso não saiba, é um termo de Direito Canônico, referindo-se a uma permissão para fazer algo que de outra forma seria proibido (embora, repito, a Missa de sempre não tenha sido proibida, nem poderia). Estude a respeito, basta pesquisar na Wikipédia: Indulto Agatha Christie. Na verdade, há várias comunidades que continuam fiéis à Missa de sempre, o que é fácil para quem tem um mínimo de Catecismo e de Doutrina Católica.

9. Essa moda de “denunciar” as comunidades e missões que continuam fiéis à Tradição bimilenar da Igreja começou na Itália, recentemente, e foi devidamente obstada naquele País, inclusive com a intervenção de autoridades da Igreja. Imagino que acompanhe os noticiários católicos e do Vaticano. Só para citar um exemplo, veja aqui: http://twixar.me/Xvb (ou procure por “Papa Francesco non ha vietato ai preti lefebvriani di dire la messa”). Garanto-lhe, Exª, que, no Brasil, há padres, religiosos e fiéis com a mesma boa vontade e garra de defender a verdade. E, se preciso for, chamaremos nossos confrades do mundo todo. Um exército que pode enviar cartas e e-mails a todas as autoridades eclesiásticas deste País e do Vaticano.

Feitos esses necessários esclarecimentos, com o devido respeito - em que pese VExª também ser excomungado da Igreja por desobedecer ao Papa - e porque talvez não saiba, informo a VExª que seu comunicado constitui, no Estado laico em que vivemos, crime de vilipêndio à fé, na forma do artigo 208 do Código Penal, em conjunto com o parágrafo VI do artigo 5º da Constituição Federal.

Art. 208 do CP: Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:
Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa.
Parágrafo único - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

Art. 5º da CF: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.

Em sendo assim, peço que se retrate publicamente, porque pública foi a violação a nosso direito constitucionalmente garantido de professarmos a Fé Católica. E publique a carta resposta do Reverendo PADRE Ernesto Cardozo em todos os lugares onde foi exposto e/ou lido o seu comunicado mendaz.

Estude os documentos da Igreja, estude a história do Concílio Vaticano II, estude a vida de Monsenhor Marcel Lefebvre. E, se ainda assim, achar por bem continuar espalhando mentiras a respeito desse grande homem de Igreja e sua Obra, creio que a Missão de Ipatinga terá todo o direito de buscar seus direitos constitucionalmente protegidos.

De minha parte, irei publicar a história em meu blog e em todos os blogs católicos com os quais mantenho contato. Além disso, irei enviar e-mails a todas as instancias da Igreja, inclusive ao papa Francisco, informando que um bispo excomungado por não obedecer ao papa João Paulo II e à Tradição bimilenar da Igreja está espalhando calúnias contra católicos de boa fé e de boa doutrina, e causando confusão em sua diocese.

Para concluir, Exª, uma benção apostólica que nem foi assinada pessoalmente pelo Papa não serve para transformar em “verdade” as mentiras de seu comunicado. Só serve para acalentar o ego do orgulhoso. A sua glória terrena será tudo o que receberá nesta e na outra vida, se não se emendar a tempo. E saiba que já vi bênçãos apostólicas assinadas pessoalmente por Francisco sendo enviadas a pessoas e entidades moralmente condenáveis. Ou seja, para o Papa, aparentemente, V.Exª se situa em um patamar inferior a dessas pessoas, como por exemplo, uma parelha de homossexuais que foi “casada” pela sra. Ana Maria Braga e expôs a “benção” de Francisco aos “noivos” durante o “casamento”, fato publicado na principais revistas de “celebridades”. Que triste, não? Que um bispo deva receber de um secretário de estado SUBSTITUTO uma benção apostólica que não tem o condão de salvar a sua alma.
Giulia d’Amore
Uma católica fiel à Tradição bimilenar da Igreja e em plena comunhão com a verdadeira Igreja Católica.
ANEXOS NECESSÁRIOS:
O Concílio Vaticano II foi um concílio meramente pastoral, o próprio papa João XXIII expressou esse desejo, na sua alocução de abertura, de não querer dogmatizar nada do que nele fosse apresentado, ou seja, não quis usar da infalibilidade nos documentos promulgados, logo, a aplicação de seus ensinamentos não é infalível. Não passando de instruções, diretrizes oferecidas ao campo da vida pastoral da Igreja. Vejamos o que disse João XXIII no seu discurso de abertura em não querer dogmas no Concílio:

“A finalidade principal deste Concílio não é, portanto, a discussão de um ou outro tema da doutrina fundamental da Igreja, repetindo e proclamando o ensino dos Padres e dos Teólogos antigos e modernos, que se supõe sempre bem presente e familiar ao nosso espírito. Para isto, não havia necessidade de um Concílio. Mas da renovada, serena e tranquila adesão a todo o ensino da Igreja, na sua integridade e exatidão, como ainda brilha nas Atas Conciliares desde Trento até ao Vaticano I, o espírito cristão, católico e apostólico do mundo inteiro espera um progresso na penetração doutrinal e na formação das consciências; é necessário que esta doutrina certa e imutável, que deve ser fielmente respeitada, seja aprofundada e exposta de forma a responder às exigências do nosso tempo. Uma coisa é a substância do ‘depositum fidei’, isto é, as verdades contidas na nossa doutrina, e outra é a formulação com que são enunciadas, conservando-lhes, contudo, o mesmo sentido e o mesmo alcance. Será preciso atribuir muita importância a esta forma e, se necessário, insistir com paciência, na sua elaboração; e dever-se-á usar a maneira de apresentar as coisas que mais corresponda ao magistério, cujo caráter é prevalentemente pastoral”. Itens 4 e 5 do discurso de Sua Santidade Papa João XXIII na abertura solene do SS. Concílio, 11 de Outubro de 1962, I Sessão.
Um Concílio para ser infalível, o Papa deve defini-lo como tal, ou só nas decisões que o Papa aprovar infalivelmente. Nesses casos, haverá cânones com a doutrina que os fiéis são obrigados a crer como de Fé divina e católica; assim como anatematizando, excomungando quem disser ou crer em ideias contrárias às que foram definidas infalivelmente.
Um Concílio que declare exercer o Magistério Ordinário Universal será infalível em tudo o que ensinar de acordo com o que sempre foi ensinado e definido pela Santa Igreja.

Na história da Santa Igreja, nos 21 Concílios, nunca tinha havido um Concílio que se declarasse apenas pastoral, ate chegar o Concílio Vaticano II, que foi o único que recusou usar da infalibilidade, e, de fato, não a usou. Foi declarado pastoral por Joao XXIII, que o convocou, e por Paulo VI que o encerrou.

A Igreja ainda não se pronunciou OFICIALMENTE sobre o que se deve entender por “Concílio pastoral”. Por isso, consideramos que nenhum católico é obrigado a aceitar o que o Concílio Vaticano II ensina contrariamente à doutrina de sempre, e que ele pode e deve ser criticado em tudo o que ele contraria o ensinamento tradicional da Santa Igreja ensinada nos Concílios anteriores.

Tu me moves.


Não me move, Senhor para Te amar
O Céu que me prometestes
Nem me move o inferno tão temido
Para deixar por isso de Te ofender.

Tu me moves, Senhor,
Move-me ver-te
Pregado em uma Cruz e escarnecido
Move-me ver teu Corpo tão ferido,
Movem-me tuas afrontas e tua morte.

Move-me enfim teu amor,
E de tal maneira,
Que ainda que não houvesse Céu eu te amaria,
E ainda que não houvesse inferno te temeria.

Nada tens que me dar para que eu te queira,
Pois mesmo que eu não esperasse o que espero,
O mesmo que te quero
Eu te quereria.

(Santa Tereza de Jesus)

Esforce-se por ser humilde do coração.

 
- Santo Afonso Maria de Ligório

"(...)A segunda coisa, em que principalmente consiste a doçura, é na paciência em sofrer os desprezos.

Dizia S. Francisco de Assis que muitas pessoas fazem consistir a sua perfeição em recitar muitas orações, ou fazer muitas mortificasses corporais, ao passo que não pode suportar uma palavra injuriosa.

Não compreendem elas, ajuntava o santo, quanto lhes é mais proveitoso suportar as afrontas.

Maior mérito haverá em receber em paz uma injúria, que em jejuar dez dias a pão e água.

Segundo S. Bernardo, há três graus de virtude a que deve aspirar quem quer santificar-se: o primeiro é não querer dominar sobre os outros; o segundo querer estar sujeito a todos; o terceiro sofrer com paciência as injúrias.

Vereis, por exemplo, que se concede aos outros o que a vós se recusa; que o que os outros dizem é escutado; e o que vós dizeis escarnecido; que os outros são louvados, escolhidos para empregos honrosos e negócios importantes, e que de vós se não faz caso.

Tudo quanto fazeis vos atrai censuras e remoques; então, diz S. Doroteu, sereis verdadeiramente humildes, se aceitardes em paz todas estas humilhações, e se recomendardes a Deus, como vossos maiores benfeitores, os que assim vos tratam, curando o vosso orgulho, — a mais perigosa moléstia, capaz de vos dar a morte."


(Livro: A Selva - Santo Afonso Maria de Ligório)
 
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"Esforce-se por ser humilde do coração. Muitos há que são humildes de palavras, mas não do coração; dizem que são os maiores pecadores do mundo, que merecem mil infernos; apesar disso, querem ser preferidos, estimados e louvados.

Quando ninguém os aplaude, a si próprios se louvam; ambicionam os empregos mais altos, e não podem sofrer uma palavra de desprezo.Não procedem assim os humildes de coração: nunca falam dos seus talentos, da sua nobreza, das suas riquezas, nem de coisa alguma que os distinga.

Amará pois os empregos e serviços mais humildes e obscuros. Receberá as afrontas sem se perturbar, e até interiormente se comprazerá nelas, por se tornar assim semelhante a Jesus Cristo, que foi saturado de opróbrios.Será prestável a todos, e cuidará em especial de fazer bem a quem lhe tiver feito mal, pelo menos recomendando-o a Deus; é a vingança dos santos."


(Regras Espirituais para um Padre que Aspire à Perfeição - 
Santo Afonso Maria de Ligório)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Santo Batismo na Capela Cristo Rei.


Os fiéis ipatinguenses estão aproveitando a estada do Rev. Pe. Ernesto para batizar as crianças recém-nascidas. Depois da Valentina, ontem, dia 8 de Janeiro, foi batizado Gabriel Vieira de Oliveira, filho do Sr. Manoel Oliveira e da Sra. Rosângela Oliveira.  

Os padrinhos foram  Rafael Vieira e Thaynara Vieira. 

O sentimento é de enorme alegria ao ver estas crianças presenteadas com o Santo Batismo no rito tradicional, pois sabemos que o novo rito atenua os efeitos sobrenaturais do Batismo, além de suprimir os ritos preparatórios e o triplo exorcismo.












Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Agenda de Missa para os próximos dias.

O Padre Cardozo segue conosco até dia 10 de Janeiro. Aproveitemos, portanto, da Providência Divina, que nos dá a Santa Missa por vários dias seguidos.

Segue a agenda de Missa para os próximos dias:

Quinta e Sexta às 19:30.
Sábado às 9:00.
Domingo às 10:00

Capela Cristo Rei - Rua Gaivotas, 31, Vila Celeste.

Maiores informações: 31- 94999016  - Sr. Bruno

Viva Cristo Rei!


“Sem a Santa Missa, que seria de nós? Todos aqui embaixo pereceríamos, já que unicamente ela pode deter o braço de Deus. Sem ela, certamente que a Igreja não duraria e o mundo estaria perdido sem remédio”. Santa Teresa de Jesus:

sábado, 3 de janeiro de 2015

Um pouco de história.

A Missa do último 1° de Janeiro foi peculiar, pois deu-se exatamente dois anos após a primeira Missa celebrada na Capela Cristo Rei.
Não poderíamos deixar de agradecer a Deus pelos sinais evidentes da Divina Providência.

Fotos da primeira Missa, dia 1° da Janeiro de 2013:










Fotos da Missa de 1° de Janeiro de 2015:



















Agradecemos, também, a todos que colaboraram com nossas obras. . 
Rezemos para que os próximos passos sejam dados. 

Viva Cristo Rei!