segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

AVISO IMPORTANTE!

O Rev. Padre Ernesto Javier Cardozo estará até o dia 10 de março em Ipatinga, em seu domicílio. Aquelas pessoas que desejam falar com ele sobre questões doutrinais e/ou em relação ao problema originado pelos erros sustentados por Dom Williamson e companhia, deverão assinar um documento que aceitam integralmente o magistério da Igreja Católica, dado que ele não quer ter tratos com sectários ou suspeitos de heresia.

        Abaixo segue um modelo:




TERMO DE ADESÃO AO CATOLICISMO





Eu, __________________________________________________, adiro total e absolutamente ao Magistério Católico expressado, entre outros, no Catecismo de São Pio X.


Ipatinga, ____ de  março de 2015.



 __________________________________________________
(Assinatura)

PADRE CARDOZO: Sermão e Conferência após a Missa - Sobre os graves erros de Dom Williamson e companhia (28/02/16)


-Magnífico Sermão (completo, vídeo + áudio):



"Ficar sem bispo?...Acaso vou ficar sem S. Agostinho? Sem S. Ambrósio? Sem S. Antônio Maria Claret...? Sem o Bispo Fischer...??? Porque todos estes milhares e milhares de bispos e muitos deles santos SUSTENTARAM E DEFENDERAM A SANTIDADE DA IGREJA, A UNIDADE DA IGREJA!!! NÃO A ATACARAM E MENOS A PUSERAM EM DÚVIDA!..."

-Estupenda Conferência após a Missa (áudio):




"Eu sei que o caminho por onde vou - "não há 3 bispos, Deus meu (SIC!)" - HÁ MILHÕES DE BISPOS, que me esperam... ME ESPERAM NO CÉU..."

Firmes e Dignos.




domingo, 28 de fevereiro de 2016

A Toyota e a fé. Em defesa de... Opa.. "Péra! (1)"..

Outro dia recebi um texto de um amigo que tenho bastante consideração, do qual prefiro não dizer o nome, pois não há necessidade de expôr ninguém nesse momento que passamos por tribulações já irreversíveis, onde Padre Cardozo é acusado de uma espécie de sedevacantismo absoluto, agora também é acusado de "eclesiavacantismo", e de afirmar que NADA na igreja conciliar presta, que todos sacramentos são inválidos e outras bobagens do tipo.


Bom, primeiro explico o título do texto, e apesar de ter aprendido nas aulas de redação, inclusive para fazer concursos, que o título do texto retiramos do último parágrafo, adianta-mo em dizer que Padre Cardozo não precisa de defesa. Aprendi dele mesmo que se não o quisermos em nossas missões, ele vai-se embora tranquilamente, pois se temos a graça de recebê-lo para nos "dar as missas", como ele mesmo diz, existem outros cinquenta querendo-o também. Padre Cardozo tem muita experiência no sacerdócio, uma vida de combate aos modernistas, e apesar de Dom Willianson dizer que existem muitos que estãocansados do combate, Padre Cardozo eu tenho certeza que não está.

Antes de iniciar meus argumentos, vou colocar aqui, e depois explico o motivo, com caráter didático, o anúncio de um "recall" do Corrolla feito pela Toyota (2). (donos de Corolla, fiquem atentos... risos)

"Defeito apresentado: Foi detectada uma falha na lubrificação dos contatos elétricos do interruptor de acionamento do vidro elétrico da porta dianteira esquerda dos veículos.Riscos e implicações: Há risco de curto circuito, superaquecimento e derretimento dos componentes internos do interruptor. Caso isso ocorra, haverá a produção de fumaça e baixo risco de incêndio no local, podendo causar lesões físicas e/ou danos materiais aos ocupantes do veículo."

O anúncio completo do recall pode ser encontrado aqui.

Para quem não sabe, um recall é uma prevenção adotada pelas montadoras, inclusive hoje obrigadas por lei, onde as fábricas ao detectar um possível problema em um veículo, fazem o reparo para que se evite acidentes e para que o consumidor tenha seu direito preservado.

Mas como a montadora chega a esta conclusão? Já trabalhei em uma e posso afirmar. Através de exaustivos testes nos veículos já prontos, testes nos lotes de peças produzidas, e também reclamações, de certa forma, constantes dos consumidores a respeito de um determinado problema. Porém, quando a montadora faz um teste, por questões de custos, tempo, praticidade, o faz em amostras de peças (definidas estatisticamente) para saber se aquele lote de peça, ou lote de produção de um veículo, apresenta o defeito pesquisado.

Dito isto, chegamos ao mais importante: Qual a conclusão destes testes? Se um conjunto de peças apresentar defeito em suas poucas amostras pesquisadas, aquele lote de peça é todo condenado e a montadora fica obrigada a trocar TODAS as peças dos carros vendidos. Voltando ao exemplo do recall dito acima, a Toyota chama os compradores do modelo defeituoso produzidos entre janeiro de 2009 e dezembro de 2010. Sim, carros produzidos ao longos 2 anos. E por isso significa que TODAS as peças saíram com defeito? Significa que todo o trabalho da montadora foi inútil neste longo período e que lá existia uma "cambada de imbecís" que não sabiam o que faziam? É claro que não. Significa que havendo risco que algumas poucas peças que estejam defeituosas, e que não é possível determinar quais carros realmente saíram com defeito, e procurando preservar a segurança dos consumidores, a montadora se vê obrigada a rejeitar TODO um lote de produção, por causa de alguns poucos defeitos.

Para trazer meu exemplo a fé cito uma passagem do Livro "Preparação para a morte" de Santo Afonso de Ligório:

"Quando São Tomás More foi condenado à morte por Henrique VIII, Luísa, sua esposa, procurou persuadi-lo a consentir no que o rei queria.Tomás lhe replicou: Dize-me, Luísa, vês que já sou velho. Quanto tempo ainda poderei viver? — Poderás viver ainda vinte anos — disse a esposa. — Oh! triste negócio! — exclamou então Tomás. — Por vinte anos de vida na terra, querias que perdesse uma eternidade de ventura e que me condenasse à eterna desdita?” Iluminai-nos, ó Deus! Se a doutrina da eternidade fosse duvidosa, se não passasse de opinião provável, ainda assim deveríamos procurar com empenho viver bem para não nos expormos, caso essa opinião fosse verdadeira, a ser eternamente infelizes. Mas essa doutrina não é duvidosa, senão certa; não é mera opinião, senão verdade de fé: “Irá o homem à casa da eternidade...” (Ecl 12,5). “É a falta de fé — diz Santa Teresa — a causa de tantos pecados e da condenação de tantos cristãos!... "

Pois bem amigos, assim é a nossa fé. Se o ser humano tem tal cuidado com algo material, o que dizermos quando o que está em jogo é a salvação eterna? Padre Cardozo nunca nos disse que TUDO na igreja conciliar está errado. Eu particularmente nunca escutei, e se alguém souber se alguma vez ele disse isso, por favor, traga aqui essa afirmação. Sinceramente gostaria de ver. Ao contrário, ele já nos disse umas 50 vezes talvez, por baixo, e isso sim eu escutei, que o erro sempre precisa de uma verdade para se manter. Um erro nunca é 100% erro. Padre Cardozo já nos lembrou algumas vezes de um concílio da Igreja (Pistoia) que foi anulado simplesmente por que neste concílio não havia a palavra "transubstanciação" (ou eucaristia, não estou certo agora). Significa que TODO o concílio estava errado? Claro que não. Significa que a Igreja Católica não erra em matéria de fé e moral, e que ao perceber um mínimo erro, condena tudo aquilo, pois este erro não é da Igreja, e sim do demônio, a qual TODOS nós estamos sujeitos ao seu constante ataque.

Voltando ao exemplo do recall da Toyota,  a fé é como o carro. O recall é o cuidado que devemos ter com ela, ainda que a doutrina da eternidade fosse questão duvidosa, como diz Santo Afonso, deveríamos fazer como as montadoras e reparar seus carros para que evitemos a ocasião de perdê-la. Esse é o princípio envagélico do "Sim, sim, não, não." Ou recusamos falsas doutrinas, mesmo que possam conter partes, até mesmo grandes partes da verdade, ou desprezamos Santo Afonso e fazemos da nossa salvação uma jogo do acaso, onde havendo dúvida, deixo que a sorte possa decidir onde passaremos a eternidade. 

No mais, para também exemplificar aquilo que Padre Cardozo sempre defendeu, e ao contrário do que alguns acham, dizendo que existe nele um espírito sectário: sua recomendação ao nosso confrade Rafael Horta, um dos responsáveis por hoje termos nossa missão em Contagem, sobre sua ida até Anápolis para trabalhar com Padre Fernando, sacerdote este que apesar de celebrar a missa antiga, conferir a confissão no rito antigo, entre outros detalhes, foi ORDENADO NO RITO NOVO. Ora bolas, se Padre Cardozo realmente achasse que TUDO na igreja conciliar não presta, ele teria dito a um fiel que recebesse os sacramentos de um padre que COM CERTEZA teria sua ordenação inválida?

Além disso, nós mesmos que estamos hoje na finada "resistência", somos exemplo de que nem tudo na igreja conciliar é ruim. Mas uma coisa é certa, não estamos aqui por causa da igreja conciliar, mas APESAR da igreja conciliar.

E pra terminar deixo aqui um explicação do Prof Carlos Nougué, em uma palestra dada em Ipatinga em outubro do no passado (3), onde ele mesmo diz, entre outras coisas, que é uma regra de fé não frequentar sacramentos duvidosos.

Até onde sei, ninguém disse que Carlos Nougue é sedevacantista absoluto.

Bom, sabe mais a Toyota sobre a fé do que nós?


(1) Nós mineiros temos o peculiar e admirável hábito de cortar as palavras ao meio. Quem não conhece a piada do "Pó pô pó? Pó Pô." Pois bem, "Péra" é a mesma coisa que "Espera". Só mineiro mesmo pra entender.


(2) Um recall como narrado é praticado por todas as montadoras, que o fazem ao menos por força de lei. A Toyota é a maior montadora do mundo, tendo seu modelo de produção copiado por diversas outras empresas.


(3) Breve o link com a palestra. A fala da qual se refere o texto esta por volta de 46:00.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

CARTA ABERTA AOS CATÓLICOS

CONTRADIÇÕES E SEMELHANÇAS: O NEFASTO TRABALHO DE DOM RICHARD WILLIAMSON



Carta ao Padre Cardozo, 27/01/2016:

Querido Padre,
Paciencia.
El chaos está para hacerse aún peor. Vamos a necessitar más paciencia todavia.
Le envio mi bendicción, In Christo,                  +Richard Williamson.


O caos parece não ter fim, e advertido por um fiel sacerdote (Padre Cardozo) a deixar as coisas polêmicas para o âmbito do privado e tratar de confirmar os fiéis no combate anti-modernista – o que é o seu dever como bispo - Dom Richard Williamson não se importa com as divisões e a confusão que ele mesmo criou com seus imprudentes ComentáriosEleisons, mas prevê que o caos seguirá ainda pior. E de fato segue-se. Necessitaremos de mais paciência, pois o bispo está determinado a continuar seu trabalho de destruição da chamada “Resistência” e a levá-la à mesma postura de Dom Fellay. Neste momento não há praticamente nenhuma diferença entre a “resistência” e a “neo-fsspx”. Dom Williamson e seus seguidores (Dom Faure, Dom Tomás, Padre Trincado, etc) mantêm posições muito semelhantes às de Dom Fellay, que contradizem às de Dom Lefebvre e as de Dom Antônio de Castro Mayer. Vejamos:

CONCÍLIO VATICANO II / IGREJA CONCILIAR:

-Dom Fellay: 95% do CVII é aceitável (entrevista à revista La Liberté, 11 de maio de 2001); 
       
-Dom Williamson: A neo-igreja possui algo de católico (CE 445). Católicos, sejam generosos! Reconheçam o objetivo de Deus, para salvar, fora da “Tradição”, muitas almas. (CE 438);

-Dominicanos de Avrillé: A Igreja Católica tem misteriosamente algo da igreja conciliar. É preciso distingui-las sem separá-las. (Revista“Le Sel de la terra”, edição de inverno de 2015);

-Dom Tomás: Não se pode dizer absolutamente que a igreja conciliar não é a Igreja Católica. (“Em defesa de D. Williamson I”);

-Dom Faure: Não é possível que Deus tenha abandonado 98% das almas. Temos que ler detidamente e entender o que quer dizer Monsenhor Williamson. Entre nós pode haver um perigo de radicalização. (Sermão 06/12/2015, Saltillo – México)

Do Catecismo da Doutrina Cristã: “Fora da Igreja, Católica, Apostólica, Romana, ninguém pode salvar-se, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé, que era figura desta Igreja.”

Dom Lefebvre: Foi o Concilio, e suas sequelas, que destruiu a Santa Missa, destruiu a nossa Fé, destruiu os catecismos e o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo na sociedade civil. Como podemos aceitá-lo?” (Homilia de 19 de novembro de 1989);      

“Que ninguém se engane, não se trata de uma contenda entre Dom Lefebvre e o Papa Paulo VI. Trata-se da incompatibilidade radical entre a Igreja Católica e a Igreja Conciliar.” (Sermão em Econe, 29 de junho de 1976) 
A Igreja Conciliar é uma Igreja cismática,porque rompe com a Igreja Católica qual sempre foi. Ela tem os seus novos dogmas, o seu novo sacerdócio, as suas novas instituições, o seu novo culto, todos já condenados pela Igreja em muitos documentos, oficiais e definitivos. (...) Esta Igreja Conciliar é, portanto, não católica.” (29 de junho de 1976) 

“Nós jamais quisemos pertencer a esse sistema que chama a si mesmo de Igreja Conciliar e que se identifica com o Novus Ordo Missae, com o ecumenismo indiferentista e com a laicização da sociedade. Sim, nós não temos nada a ver, nullam partem habemus, com o panteão de religiões de Assis. Nós não podemos pedir nada melhor do que ser declarados excomungados…”. (Carta aberta ao Cardeal Gantin).  
    
"Falar dos valores de "salvação" das outras religiões, é uma heresia. E "respeitar seus modos de agir e suas doutrinas", é uma afirmação que escandaliza aos verdadeiros cristãos. (Do Liberalismo à Apostasia, P. 191)

Dom Antônio de Castro Mayer: A Igreja que adere formalmente e totalmente ao Vaticano II, com as suas heresias, não é, nem poderia ser, a Igreja de Jesus Cristo. Para pertencer à Igreja Católica, à Igreja de Jesus Cristo, é necessário ter a Fé, isto é, não duvidar ou negar qualquer artigo da Revelação. Pois bem, a Igreja do Vaticano II aceita doutrinas que são heréticas.” (“The Roman Catholic”, agosto de 1985).

“Quem adere ao Vaticano II, sem restrição, só por esse fato, desliga-se da verdadeira Igreja de Cristo. Ninguém pode, ao mesmo tempo ser católico e subscrever tudo quanto estabeleceu o Concílio Vaticano II. Diríamos que a melhor maneira de abandonar a Igreja de Cristo, Católica Apostólica Romana, é aceitar, sem reservas o que ensinou e propôs o Concílio Vaticano II. Ele é a anti-Igreja. (Jornal dos Padres de Campos - nº 33)

RELAÇÃO COM ROMA MODERNISTA:

-Dom Fellay: Se o Papa me chama eu vou logo. Melhor dizendo, vou correndo (Entrevista à revista “30 Dias”, Nº 9, outubro de 2002);

-Dom Williamson: Se o Santo Padre me autoriza a fundar uma sociedade, eu estaria no próximo avião até Roma (Post Falls, Idaho, USA, 1º de junho de 2014);
-Dom Faure: Se no futuro fosse convidado a ir a Roma conversar com o Papa, iria com Mons. Williamson (Entrevista março, 2015);

-Dom Tomás: É falso que Mons. Williamson e Mons. Faure foram expulsos porque eram contra toda relação com Roma (Resposta a Menzingen, março/2015)

-Dom Lefebvre: Supondo que daqui a um determinado tempo Roma nos chame, que queira voltar a ver-nos, retomar o diálogo, nesse momento seria eu quem imporia condições. Já não aceitarei estar na situação em que nos encontramos durante os colóquios. Isso terminou. (...) Se não aceitais a Doutrina de seus antecessores, é inútil falarmos.(Entrevista concedida a Fideliter Nº 66, novembro-dezembro de 1988);       

De que igreja se fala? Se dessa igreja conciliar, seria necessário que nós, que lutamos contra ela há 20 anos, porque queremos ser a Igreja Católica, integremos a esta igreja conciliar para fazê-la católica? ISSO É UMA COMPLETA ILUSÃO! Não são os súditos os que fazem os superiores, mas os superiores os que fazem os súditos. Em toda esta Cúria Romana, entre todos os bispos do mundo, que são progressistas, eu teria sido completamente afogado, não poderia fazer nada, nem proteger os fiéis e os seminaristas. (Entrevista um ano depois das consagrações episcopais, revista Fideliter Nº 70, julho-agosto de 1989).

A MISSA NOVA:

-Dom Fellay: A missa nova foi promulgada legitimamente (Declaração doutrinal de 15 de Abril de 2012);

-Dom Williamson:  A missa nova pode e ainda é usada para edificar a fé. Há casos em que se pode assistir à missa nova. Isto é quase heresia mas é o que penso. Não vou dizer que todas as pessoas devam permanecer afastadas de toda missa nova. (conferência Mahopcac em Nova York, 28/06/2015);

Há elementos na missa nova que podem nutrir nossa fé (CE 445); 
Na missa nova pode-se conservar a fé (CE 447);   

Há milagres na missa nova (CE 438) Estes milagres – assumindo sempre que são autênticos – guardam lições para os católicos da tradição que têm, em parte, recuado em relação ao quadro do Novus Ordo. (CE 438);

        Desde os anos sessenta uma leva de ovelhas católicas se tornou mundana demais para merecermanter o novo rito da Missa, amou-a o suficiente para não perdê-la completamente. (CE 438);

        O N.O.M não exclui absolutamente a antiga religião (CE 438);

-Padre Trincado: A missa nova se dá dentro da Igreja Católica. (Carta ao Padre Ernesto Cardozo, 13/12/2015: “Pero, estimadísimo Padre: el punto relativo a la posibilidad del milagro fuera de la Iglesia católica no tiene relación con los 3 EC de MW, que tratan de posibles milagros en misas Novus Ordo, porque estas misas se dan dentro de la Iglesia.”);

-Dom Faure: Onde viu que Mons. Lefebvre disse que a missa nova está fora da Igreja? (Carta ao Padre Ernesto Cardozo, 06/01/2016: “Donde vio que Mgr Lefevbre dijo que la misa nueva esta fuera de la Iglesia? Ya lo se hay UNA cita en que uno podria pensar eso. Una sobre mil?”);

-Dom Tomás: Deve-se sim concluir que há algo de bom na nova missa. (“Em defesa de D. Williamson II”)
                                    
Não vejo nada demais nos escritos de Dom Williamson (Catequese Mosteiro Santa Cruz/RJ, dezembro/2015);

“Creio que Dom Williamson não escreveu nada de errado” (Carta ao Padre Cardozo, 27/01/2016);

        -Dom Lefebvre: Estamos convencidos de que este novo rito da missa exprime uma nova fé, uma fé que não é nossa, uma fé que não é a fé católica. Esta nova missa é um símbolo, uma expressão, uma imagem de uma nova fé, uma fé modernista“. (Sermão em Econe, 29 de junho de 1976);

Como esta reforma é fruto do liberalismo e do modernismo, está inteiramente envenenada; sai da heresia e acaba nela, ainda que todos os seus atos não sejam formalmente heréticos. (“A Missa de Sempre” p. 352);

Essa missa está envenenada, é má e faz perder pouco a pouco a fé, estamos claramente obrigados a rechaçá-la. (“A Missa de Sempre” p. 353);

Em relação à nova Missa, destruamos imediatamente esta ideia absurda: se a nova Missa é válida, se pode tomar parte nela. A Igreja sempre proibiu aos fiéis assistirem às missas dos cismáticos e dos hereges, mesmo que sejam válidas. É evidente que não se pode participar de Missas sacrílegas, nem de Missas que põem nossa fé em perigo. (Declaração sobre a Missa Nova e o Papa. 08/11/1979).

RELAÇÃO COM OS QUE DISCORDAM DE SUAS POSTURAS:

-Dom Fellay: Sedevacantistas!   

-Dom Wiliamson: Eclesiovacantistas! (CE 445)

-Dom Tomás: Eu não aconselho as pessoas a receberem-no. (...) Ouvi dizer que em Ipatinga tiraram o quadro de Dom Williamson da missão. Enquanto isto durar, fica difícil eu ter outra posição" (Carta ao Padre Ernesto Cardozo, 27/01/2016):

Prezado Padre Cardozo,

O senhor deve estranhar que eu não aconselhe as pessoas a receberem-no. A razão é a polêmica a respeito do que escreveu Dom Williamson.

Creio que Dom Williamson não escreveu nada de errado e esta polêmica é desnecessária e está fazendo mal a muitas pessoas que acabam se afastando de uma maneira ou de outra de Dom Williamson.

Penso que o melhor a se fazer é se entender com Dom Williamson para que eu possa novamente recomendar sua presença às pessoas que me pergutam o que fazer.

Ouvi dizer que em Ipatinga tiraram o quadro de Dom Williamson da missão. Enquanto isto durar eu fica difícil eu ter outra posição.

Depois lhe falo mais.
In Xto Rege.
ir. Tomás de Aquino

-Proibição de convidar ao Padre Cardozo para dizer as Missas para os fiéis de São Paulo - Mosteiro da Santa Cruz/RJ, janeiro/2016.

-Proibição de convidar ao Padre Cardozo para dizer as Missas para os fiéis de Santo André - Mosteiro da Santa Cruz/RJ, fevereiro/2016.

Causa: não obedecer cegamente a D. Williamson.

-Dom Faure: Não chamem o Padre Cardozo para dar a Missa. (Carta a fiéis de Santo André);

-Padre Trincado: Você usa en el sitio web que administra, una cruz que yo diseñé, puse el nombre de "Cruz de la Resistencia", e hice publicar en Non Possumus. Pues bien, sucede que yo no quiero que esa cruz sea usada por sitios que publiquen críticas a alguno de los dos Obispos de la Resistencia, y en el sitio que você administra lamentablemente se ha hecho eso. Por tanto, ruego a você suprimir de su sitio todas las imágenes de esa cruz.”  (Carta a um fiel de Ipatinga, 21/12/2015);

Expulsão de um fiel mexicano por uma publicação contra assistir à missa da neo-fsspx;

“Haga el favor de borrar mi nombre de su lista de contactos” (Carta a um fiel de Ipatinga, 10/01/2016);

-Carlos Nougué: Afastem-se desses 'puros'! Bravata! (Carta aos membros brasileiros da resistência, 18/12/2015)

ATAQUES A FRANCISCO

-Dom Fellay: (?);
-Dom Williamson: (?)
-Dom Faure: (?)
        -Dom Tomás:(?)

Dado o exposto, só é possível concluir que Dom Richard Williamson não é mais um defensor da Fé como muitos o pensam, mas sim um liberal absoluto que leva as almas em grave erro e que não se importa com as divisões que faz e com as ovelhas que ficam pelo caminho. A “Resistência” só o é pelo nome. Sua única finalidade é frear toda reação ao modernismo e criar situações para afastar e debilitar os católicos que todavia permanecem firmes. Observem como eles criam uma polêmica, veem quem os seguem cegamente e os promovem/recompensam (consagração episcopal de Dom Tomás, 19/03/16); criando assim uma estrutura contra os que não compartem da mesma postura que eles.

Não há maiores ataques ao modernismo nem ataques a Francisco, que diz uma heresia a cada dia. Ao contrário, Dom Williamson afirma que a Tradição necessita de um espírito generoso (CE 438) e se ocupa apenas em confundir e até defender temas que ele se recusa a condenar (ex.: CVII, igreja conciliar e missa nova). As consequências são padres que abaixam suas espadas em troca de uma mitra e muitos fiéis mornos e bajuladores, que mal sabem o catecismo elementar e acreditam cegamente em tudo o que seus maus superiores dizem, sem questionar, só por serem bispos e religiosos. Contentam-se com as aparências.

Nós, Católicos – não quero colocar-me mais adjetivo algum – não podemos seguir este caminho traçado por Dom Williamson e Dom Faure, pois são bispos não confiáveis e de doutrina no mínimo perigosa, caso contrário, se não terminarmos no modernismo ou na neo-fsspx, iremos pelo menos em uma via morta e morna, e poderemos incorrer em uma maldição divina: “Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te” (Apocalipse III, 15-16).

Por todas estas razões, minha consciência se recusa a continuar seguindo estes bispos (agora três com Dom Tomás que sempre defende a D. Williamson e que proíbe seus fiéis de assistirem às Missas do P. Cardozo) e peço aos amigos e fiéis que também não sigam por este caminho e apartem-se desses maus pastores. É melhor não ter bispo algum do que ter bispos perigosos para nossa Fé. Vivemos o tempo de que fala a Irmã Lúcia onde não poderemos confiar em nenhum bispo e cada católico terá que atender por sua própria salvação. Devemos nos unir apenas com os padres que permanecem firmes e fiéis. Não tenham medo! Nosso Senhor controla tudo, e nós não precisamos nos preocupar. Ele nos dará as graças necessárias para essas circunstâncias excepcionais, através de Sua Santíssima Mãe. Quem ama a Nosso Senhor e Nossa Senhora, deve primeiro guardar a Fé e todo o restante nos será acrescentado. (Mat VI, 33)

-Thiago Maria, fiel da Missão Cristo Rei de Ipatinga/MG





        ESPANHOL:


CONTRADICCIONES Y SEMEJANZAS: EL NEFASTO TRABAJO DE MONS. RICHARD WILLIAMSON



Carta al Padre Cardozo, 27/01/2016:

Querido Padre,
Paciencia. El chaos está para hacerse aún peor. Vamos a necesitar más paciencia todavia.
Le envio mi bendicción, In Christo,                  +Richard Williamson.

El caos parece no tener fin, y advertido por un sacerdote fiel (Padre Cardozo) para dejar las cosas polémicas al ámbito de lo privado y tratar de confirmar a los fieles en el combate anti-modernista - que es su deber como obispo – Mons. Richard Williamson no se preocupa con la división y la confusión que creó con sus imprudentes Comentarios Eleisons, pero prevé que el caos seguirá aún peor. Y de hecho lo sigue. Necesitamos más paciencia porque el obispo está decidido a continuar con su trabajo de destrucción de la "Resistencia" y llevarla a la misma posición de Mons. Fellay. En este momento casi no hay diferencia entre la "Resistencia" y la "Neo-FSSPX."  Mons. Williamson y sus seguidores (Mons. Faure, D. Tomás, P. Trincado, etc.) siguen siendo muy similares a las posiciones Mons. Fellay, que contradicen las del Mons. Lefebvre y las del D. Antonio de Castro Mayer. Consideremos lo siguiente:

CONCILIO VATICANO II / IGLESIA CONCILIAR:

-Mons. Fellay: 95% do CVII é aceptable (entrevista para la revista La Liberté,  el 11/05/ 2001)

-Mons. Williamson: La neo-iglesia tiene algo de católico (CE 445). Católicos sean generosos! Reconozcan el propósito de Dios para salvar, fuera de la "Tradición", muchas almas. . (CE 438);

-Dominicanos de Avrillé: La Iglesia Católica tiene misteriosamente algo de la iglesia conciliar. Es necesario distinguirlas sin separarlas. (Revista“Le Sel de la terra”, edición de invierno de 2015);

-D. Tomás: No se puede decir absolutamente que la iglesia conciliar no es la Iglesia Católica. (“Em defensa de D. Williamson I”);

-Mons. Faure:  No es posible que Dios ha abandonado 98% de las almas. Tenemos que leer con atención y entender lo que quiere decir Mons. Williamson. Entre nosotros puede existir el peligro de radicalización. (Sermón 06/12/2015, Saltillo – México)

Del Catecismo de la Doctrina Cristiana: "Fuera de la Iglesia, Católica, Apostólica, Romana, nadie puede salvarse, así como nadie pudo salvarse del diluvio fuera de la arca de Noé, que era una figura de esta Iglesia."

Mons. Lefebvre: ”Fue el Concilio, y sus secuelas, que destruyeron la Santa Misa, destruyó nuestra Fe, destruyó los catecismos y el Reinado Social de Nuestro Señor Jesucristo en la sociedad civil. ¿Cómo podemos aceptarlo?” (Homilía del 19 de noviembre de 1989)

“Que nadie se engañe, esto no es una contienda entre Mons. Lefebvre y el Papa Pablo VI. Esta es la incompatibilidad radical entre la Iglesia Católica y Iglesia conciliar". (Sermón Econe 29 de junio de 1976)

"La Iglesia Conciliar es una Iglesia cismática, porque rompe con la Iglesia Católica cual siempre ha sido. Tiene sus nuevos dogmas, su nuevo sacerdocio, sus nuevas instituciones, su nuevo culto, todos ya condenados por la Iglesia en muchos documentos oficiales y definitivos. (...) Esta Iglesia Conciliar es, por lo tanto, no católica."(29 de junio, 1976)

“Nosotros jamás quisimos pertenecer a pertenecer a ese sistema que se autodenomina la Iglesia conciliar y que se identifica con el Novus Ordo, con el ecumenismo indiferentista y con la secularización de la sociedad. Sí, no tenemos nada que ver, nullam partem habemus,  con el panteón de religiones de Asís. No podemos pedir nada mejor que ser declarados excomulgados ... ". (Carta abierta al cardenal Gantin).

"Hablar de los valores de "salvación" de las otras religiones es una herejía. Y "respetar sus modos de actuar y sus doctrinas, "es una afirmación que escandaliza a los verdaderos cristianos. (Del liberalismo a la Apostasía, P. 191)

Mons. Antônio de Castro Mayer: La Iglesia que adhiere formalmente y totalmente al Vaticano II, con sus herejías no es, ni puede ser, la Iglesia de Jesucristo. Para pertenecer a la Iglesia Católica, la Iglesia de Jesucristo, es necesario tener la Fe, es decir, no dudar o negar cualquier artículo de la Revelación. Pues bien, la Iglesia del Vaticano II acepta las doctrinas que son heréticas". (“The Roman Catholic”, agosto de 1985).

"El que adhiere al Vaticano, sin restricción alguna, sólo por ese hecho, se desconecta de la verdadera Iglesia de Cristo. Nadie puede, al mismo tiempo que ser católico y endosar todo lo que ha establecido el Concilio Vaticano II. Diríamos que la mejor manera de abandonar la Iglesia de Cristo, Católica Apostólica Romana, es aceptar sin reservas lo que enseñó y propuso el Concilio Vaticano II. Él es el anti-Iglesia.”(Diario de los Padres de Campos – nº 33)

RELACIÓN CON ROMA MODERNISTA:

-Mons. Fellay: Si el Papa llamarme pronto lo iré. O mejor dicho, voy corriendo (Entrevista para la revista “30 Dias”, Nº 9, octubre de 2002);

-Mons. Williamson: Si el Santo Padre me autoriza a fundar una sociedad, yo estaría en el próximo avión a Roma (Post Falls, Idaho, USA, 1º de junio de 2014);

-Mons. Faure: Se no futuro fosse convidado a ir a Roma conversar com o Papa, iria com Mons. Williamson (Entrevista março,2015);

-D. Tomás: Es falso que Mons. Williamson y Mons. Faure fueron expulsados porque estaban contra cualquier tipo de relación con Roma (Respuesta a Menzingen, março/2015)

-Mons. Lefebvre: Suponiendo que en un momento determinado Roma nos llame, que quisiera volver a vernos, retomar el diálogo en ese momento sería yo quien impondría condiciones. Ya no aceptaré estar en la situación que nos encontramos durante las conversaciones. Eso terminó. (...) Si no aceitáis la doctrina de sus predecesores, es inútil hablarnos. (Entrevista concedida a Fideliter nº 66, noviembre-diciembre de 1988);

De qué iglesia se habla? Si es de esta iglesia conciliar, sería necesario que nosotros, que luchamos contra ella hace 20 años, porque queremos ser la Iglesia Católica, integremos a esta iglesia conciliar para hacerla católica? ESTO ES UNA COMPLETA ILUSIÓN! No son los súbditos los que hacen los superiores, sino los superiores que hacen los súbditos. En toda esta Curia Romana, entre todos obispos del mundo, que son progresistas, yo habría sido completamente ahogado, no podía hacer nada, ni proteger a los fieles y seminaristas. (Entrevista un año después de las consagraciones episcopales, revista Fideliter Nº 70, julio-agosto de 1989).

LA MISA NUEVA:

-Mons. Fellay: La nueva misa fue promulgada legítimamente (Declaración Doctrinal de 15 de abril de 2012);

 -Mons. Williamson: La nueva misa puede y todavía es utilizada para edificar la fe. Hay casos donde se puede asistir la nueva misa. Esto es casi una herejía, pero es lo que pienso. No voy a decir que todas las personas deban permanecer lejos de toda nueva misa. (conferencia Mahopcac em Nova York, 28/06/2015);

Hay elementos em la misa nueva que pueden nutrir nuestra fe (CE 445);

Em la misa nueva puede-se conservar la fe (CE 447);

Hay milagros en la misa nueva (CE 438) Estos milagros – asumiendo siempre que son auténticos - guardan lecciones para los católicos de la tradición que tienen, en parte, alejado del cuadro de la Novus Ordo. (CE 438);

Desde los años sesenta una ola de ovejas católica se volvió demasiado mundana para merecermantener el nuevo rito de la misa, le ha amado lo suficiente para no perderla por completo. (CE 438);

La N.O.M no excluye en absoluto la antigua religión (CE 438);

-Padre Trincado: La nueva misa tiene lugar dentro de la Iglesia Católica. (Carta al padre Ernesto Cardozo, 12/13/2015: “Pero, estimadísimo Padre: el punto relativo a la posibilidad del milagro fuera de la Iglesia católica no tiene relación con los 3 EC de MW, que tratan de posibles milagros en misas Novus Ordo, porque estas misas se dan dentro de la Iglesia.”);

-Mons. Faure: Donde vio que Mgr Lefevbre dijo que la misa nueva esta fuera de la Iglesia? (Carta ao Padre Ernesto Cardozo, 06/01/2016: “Donde vio que Mgr Lefevbre dijo que la misa nueva esta fuera de la Iglesia? Ya lo se hay UNA cita en que uno podria pensar eso. Una sobre mil?”);

-D. Tomás: Se debe si concluir que hay algo bueno en la nueva misa. . (“Em defensa de D. Williamson II”)

“No veo nada demasiado en los escritos del obispo Williamson.” (Catequesis Monasterio de Santa Cruz / RJ, Diciembre / 2015);

"Creo que el obispo Williamson no escribió nada malo" (Carta al Padre Cardozo, 27/01/2016);

-Mons. Lefebvre: Estamos convencidos de que este nuevo rito de la misa expresa una nueva fe, una fe que no es la nuestra, una fe que no es la fe católica. Esta nueva misa es un símbolo, una expresión, una imagen de una nueva fe, una fe modernista". (Sermón Econe 29 de junio de 1976);

Como esta reforma es fruto del liberalismo y del modernismo, está enteramente envenenada; sale de la herejía y acaba en ella, aunque todos sus actos no sean formalmente heréticos. ("La Misa de Siempre" p 352.);

Esta misa está envenenada, es mala y hace perder poco a poco la fe, estamos claramente obligados a rechazarla. ("La Misa de Siempre" p 353.);

En relación a la nueva misa, destruyamos inmediatamente esta idea absurda: si la nueva misa es válida, se puede tomar parte en ella. La Iglesia siempre prohibió los fieles de asistir las misas de los cismáticos y herejes, incluso si son válidas. Es evidente que no podemos participar de Misas sacrílegas, ni tampoco de Misas que ponen nuestra fe en peligro. (Declaración sobre la Nueva Misa y el Papa. 08.11.1979).


RELACIÓN CON LOS QUE DESACUERDAN DE SUS POSTURAS:

-Mons.Fellay: Sedevacantistas!   

-Mons. Wiliamson: Eclesiovacantistas! (CE 445)

-D. Tomás: No aconsejo a la gente a recibirlo. (...) He oído que en Ipatinga sacaran el cuadro de Mons. Williamson de la misión. Mientras eso dure, es difícil para mí tener otra posición " (Carta al Padre Ernesto Cardozo, 27/01/2016):

Estimado Padre Cardozo,

Usted debe integrarse que yo no aconsejo a la gente a recibirlo. La razón es la controversia acerca de lo que escribió Don Williamson.

Creo que Don Williamson no escribió nada malo y que esta controversia es innecesaria y está haciendo daño a muchas personas que terminan alejándose de una forma u otra Mons. Williamson.

Creo que lo mejor que puede hacer es llegar a un acuerdo con Mons. Williamson para que yo pueda recomendar de nuevo su presencia a la gente que me preguntan qué hacer.

He oído que en Ipatinga sacaran el cuadro de  Mons. Williamson de la misión. Mientras eso dure es difícil para para mí tener otra posición.

Después te digo más.
En Xto Rege.
ir. Tomás de Aquino

- Prohibición de invitar al Padre Cardozo para decir Misas a los fieles de San Pablo - Monasterio de Santa Cruz / RJ, Enero / 2016.

- Prohibición de invitar al Padre Cardozo para decir Misas a los fieles de Santo Andrés - Monasterio de Santa Cruz / RJ, Febrero / 2016.

- Mons. Faure: No inviten Padre Cardozo para dar la misa. (Carta a los fieles de Santo Andrés);

- Padre Trincado: “Usted usa en el sitio web que administra, una cruz que yo diseñé, puse el nombre de "Cruz de la Resistencia", e hice publicar en Non Possumus. Pues bien, sucede que yo no quiero que esa cruz sea usada por sitios que publiquen críticas a alguno de los dos Obispos de la Resistencia, y en el sitio que ud. administra lamentablemente se ha hecho eso. Por tanto, ruego aud. suprimir de su sitio todas las imágenes de esa cruz.”  (Carta a un fiel de Ipatinga, 21/12/2015);

La expulsión de un fiel por haber publicado un texto contra asistir la misa de la neo-FSSPX;

“Haga el favor de borrar mi nombre de su lista de contactos” (Carta a um fiel de Ipatinga, 10/01/2016);

- Carlos Nougué: Aléjense de estos "puros"! Bravata! (Carta a los miembros brasileños de la resistencia, 12/18/2015)

ATAQUES A FRANCISCO

- Mons. Fellay: (?);
- Mons. Williamson: (?)
- Mons. Faure: (?)
        - D. Tomás: (?)

Dado lo anteriormente expuesto, sólo es posible concluir que Mons. Williamson ya no es un defensor de la Fe como muchos piensan, sino un liberal absoluto que lleva las almas en el grave error y no le importa la división que produce y las ovejas que quedan en el camino. La "Resistencia" solo lo es de nombre. Su única finalidad es detener cualquier reacción al modernismo y crear situaciones para alejar y debilitar los católicos que, no obstante, se mantienen firmes. Observen cómo ellos crean una controversia, ven quienes los siguen ciegamente y los promoven/recompensan (consagração episcopal de Dom Tomás, 19/03/16); creando así una estructura contra los que no comparten de la misma postura que ellos.

No hay mayores ataques al modernismo ni ataques a Francisco, que suele decir una herejía cada día. Al contrario,  Mons. Williamson  afirmó que la Tradición necesita de un espíritu generoso (CE 438) y solo se ocupa en confundir y incluso defender temas que él se niega a condenar (ex:. CVII, iglesia conciliar iglesia y misa nueva). Las consecuencias son sacerdotes que bajan sus espadas en cambio de una mitra y muchos fieles tibios y aduladores, que mal conocen el catecismo básico y creen ciegamente en todo lo que sus malos superiores dicen, sin cuestionamientos, sólo por que ellos son obispos y religiosos. Se contentan con las apariencias.

Nosotros los Católicos - no quiero ponerme más ningún otro adjetivo - no podemos seguir este camino trazado por el Mons. Williamson y Mons. Faure, porque son obispos no fiables y de doctrina por lo menos peligrosa, al contrario, si no terminamos en el modernismo o en la neo-FSSPX, vamos por lo menos en una via muerta y tibia, y podremos incurrir en una maldición divina: "Conozco tus obras: no eres frío ni caliente. Ojalá fueses frío o caliente! Pero como eres tibio, ni frío ni caliente, te voy a vomitar."(Revelación III, 15-16).

Por todas estas razones, mi conciencia se niega a continuar siguiendo estos obispos (ahora tres, con D. Tomás que siempre defiende a Mons. Williamson y que prohíbe a sus fieles de asistir a las Misas del Padre Cardozo) y pido a mis amigos y fieles que no sigan este camino y apártense de estos malos pastores. Es mejor no tener ningún obispo que tener obispos peligrosos para nuestra Fe. Vivimos el tiempo hablado por Sor Lucía donde no vamos a poder confiar en ningún obispo y cada católico tendrá que responder por su propia salvación. Debemos unirnos solamente con los sacerdotes que permanezcan firmes y fieles. No tengan miedo! Nuestro Señor controla todo, y no necesitamos preocuparnos. Él nos dará las gracias necesarias para esas circunstancias excepcionales, a través de su Santísima Madre. Quien ama a Nuestro Señor y la Virgen, debe primero deben guardar la Fe y todo lo demás nos será dado por añadidura” (Mat 6:33).

-Thiago Maria, fiel de la Missión Cristo Rey de Ipatinga/MG